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Votação no Mackenzie, em São Paulo, tem movimento tranquilo

MARIANA FREIRE
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos maiores locais de votação da região central de São Paulo, a Universidade Presbiteriana Mackenzie teve movimento tranquilo nas primeiras horas do dia da eleição. Diferente do primeiro turno, neste domingo (29), a escola não realiza medição de temperatura no acesso dos eleitores. Em parte do primeiro turno, realizado no último dia 15, a universidade chegou a aferir a temperatura das pessoas que acessavam o local. A medida não faz parte do protocolo de prevenção à Covid-19 da Justiça Eleitoral. Pessoas com temperatura alta não eram impedidas de entrar. Naquele dia, a aferição foi suspensa à tarde, por solicitação do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). O uso de máscara, contudo, segue obrigatório, assim como em todos os locais de votação, e a Justiça Eleitoral orienta que, se possível, os eleitores usem a própria caneta. "Foi tudo uma maravilha, sem fila nenhuma", afirma o aposentado Mario Bonifácio, 77. Ele, que não tem mais obrigatoriedade de votar, decidiu ir mesmo assim. Para ele, a reserva da faixa de horário preferencial para eleitores acima de 70 anos tornou a tarefa bem mais fácil. De máscara, caneta própria e luvas, o funcionário público Silvio dos Santos, 54, também escolheu o horário de menor movimento para votar. "Como não é horário exclusivo e a minha seção é sempre vazia, não iria prejudicar outras pessoas, achei que vir cedo facilitaria para ficar com o dia mais livre." Sobre as medidas para fugir do coronavírus, ele afirma que todo cuidado é necessário. "Temos visto que cada um tem um sintoma diferente, e não é só para quem é do grupo de risco. Cada um tem que fazer a sua parte, só depende de nós."