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Voos comerciais com combustível a hidrogênio estão planejados para 2024

·3 min de leitura
The main building of the Rotterdam The Hague airport
The main building of the Rotterdam The Hague airport
  • Empresa de aviação ZeroAvia desenvolve uma aeronave que “voaria inteiramente" com hidrogênio; 

  • Acordo estabelece caminhos para emissão zero nos voos entre Reino Unido e Holanda; 

  • Setor de aviação enfrenta desafios para redução de sua pegada de carbono; 

Na última semana, planos para operar voos comerciais de hidrogênio-elétrico entre Londres e Rotterdam foram anunciados, com os responsáveis ​​pelo projeto esperando que ele vá para os céus em 2024. Em um comunicado na última quarta-feira, a empresa de aviação ZeroAvia disse que estava desenvolvendo uma aeronave de 19 lugares que “voaria inteiramente com hidrogênio”, segundo reportado pela CNBC.

Uma parceria entre a ZeroAvia, a empresa aeroportuária Royal Schiphol Group, a Fundação do Aeroporto de Inovação de Roterdã-Haia e o Aeroporto de Roterdã-Haia foi estabelecida para trabalhar na iniciativa. “O acordo estabelece um cronograma sólido para o lançamento dos primeiros voos comerciais de passageiros com emissão zero entre o Reino Unido e a Holanda e, potencialmente, a primeira operação comercial internacional do mundo”, disse a ZeroAvia, em comunicado à imprensa.

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A empresa acrescentou que tanto ela quanto o Royal Schiphol Group estavam no que descreveu como “negociações avançadas de parceria com companhias aéreas para chegar a um acordo sobre um operador para a rota planejada”, para poder participar e viabilizar comercialmente a operação da empresa de aviação entre os dois países.

De acordo com a Agência Internacional de Energia, as emissões de dióxido de carbono da aviação “aumentaram rapidamente nas últimas duas décadas”, atingindo quase 1 gigaton métrico em 2019. Isso equivale a “cerca de 2,8% das emissões globais de CO2 da queima de combustível fóssil". Além da agência, o World Wildlife Fund (WWF) descreve a aviação como “uma das fontes de crescimento mais rápido das emissões de gases de efeito estufa que impulsionam a mudança climática global”. Se acrescenta que a viagem aérea é a atividade mais intensiva em carbono que um indivíduo pode realizar.

A pesquisa e o desenvolvimento da ZeroAvia estão centrados em alimentar motores elétricos utilizando células de combustível de hidrogênio. Em setembro de 2020, um avião de célula de combustível de hidrogênio de seis lugares da empresa completou seu vôo inaugural no Reino Unido. No mesmo mês, a Airbus também divulgou detalhes de três aviões-conceito movidos a hidrogênio, com a gigante aeroespacial europeia prometendo que eles poderiam entrar em serviço em 2035.

Embora as pesquisas da ZeroAvia e da Airbus gerem entusiasmo em alguns setores sobre o potencial do voo movido a hidrogênio, o setor de aviação enfrenta uma série de desafios quando se trata de reduzir sua pegada de carbono, o que faz alguns analistas e executivos da área serem céticos quanto a redução de suas emissões.

Em uma entrevista durante o Fórum do Futuro Sustentável da CNBC, o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, foi cauteloso quando se tratou das perspectivas de tecnologias novas e emergentes no setor. “Acho que devemos ser honestos de novo”, disse ele. “Certamente, pela próxima década. Não acho que vocês verão nenhum, não há tecnologia por aí que vá substituir o carbono, a aviação a jato", completou. 

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