Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.121,62
    +448,86 (+0,41%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.320,85
    -81,85 (-0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,25
    +1,29 (+1,55%)
     
  • OURO

    1.785,60
    +15,10 (+0,85%)
     
  • BTC-USD

    66.451,62
    +2.252,70 (+3,51%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.550,60
    +69,79 (+4,71%)
     
  • S&P500

    4.536,37
    +16,74 (+0,37%)
     
  • DOW JONES

    35.609,93
    +152,62 (+0,43%)
     
  • FTSE

    7.223,10
    +5,57 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    26.136,02
    +348,81 (+1,35%)
     
  • NIKKEI

    29.255,55
    +40,03 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    15.365,25
    -33,25 (-0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4720
    -0,0242 (-0,37%)
     

De volta ao espaço: Virgin Galactic recebe autorização para voltar a voar

·3 minuto de leitura
De volta ao espaço: Virgin Galactic recebe autorização para voltar a voar
De volta ao espaço: Virgin Galactic recebe autorização para voltar a voar

Richard Branson está de volta. Bom, “quase”. A Virgin Galactic, empresa aeroespacial do bilionário britânico, recebeu autorização da Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA para voltar a voar, após um problema técnico durante um voo oficial fazer o órgão de fiscalização impedir a atuação da companhia.

Em 11 de julho de 2021, a Virgin Galactic lançou o seu quarto voo de caráter suborbital – o primeiro com tripulação humana – em direção ao espaço, com celebrado sucesso. Na ocasião, Branson, que estava presente na nave VSS Unity, antecipou Jeff Bezos, da Blue Origin, em nove dias, sendo o primeiro civil enviado ao espaço em uma missão privada.

Leia também

Imagem mostra o fundador da Virgin Galactic, Richard Branson. Empresa recebeu autorização para voltar a voar por órgão dos EUA
O bilionário britânico Richard Branson, fundador da Virgin Galactic, voou com nave da empresa para a órbita da Terra em julho, mas problemas técnicos de comunicação fizeram com que ela fosse proibida de veicular novos lançamentos (Imagem: Virgin Galactic/Divulgação)

Entretanto, o voo não foi livre de problemas: uma investigação posterior concluiu que o processo apresentou um problema técnico que fez com que a nave desviou de seu curso durante o retorno à Terra, correndo risco de pousar muito distante da área designada. O caso prontificou a FAA a proibir novos lançamentos até que a situação fosse avaliada.

“A FAA concluiu que a Virgin Galactic falhou em comunicar o desvio de seu curso, conforme exigido [pelo órgão]”, disse um comunicado da entidade governamental divulgado na última quarta-feira (29). “A Virgin Galactic esteve proibida de conduzir novas operações de voo até que as investigações fossem concluídas”.

“A entidade exigiu que a Virgin Galactic implementasse mudanças na forma como de comunica com a FAA durante execuções de voo para manter o público seguro. A empresa promoveu as mudanças requisitadas e pode voltar a operar lançamentos”, concluiu o texto.

A nave Unity ainda tem mais alguns testes de eficácia a serem conduzidos antes de executar um novo voo oficial. Entretanto, a empresa estima que um novo lançamento – que levará a tripulação da Força Aérea Italiana à região suborbital – deve ser feito até a primeira quinzena de outubro.

“Nós agradecemos à FAA pela avaliação minuciosa desse assunto”, disse o CEO da Virgin Galactic, Michael Colglazier. “Nosso programa de testes de voo é especificamente desenhado para promover o aprimoramento continuado de nossos processos e diretrizes. As atualizações para o nosso espaço aéreo e protocolos de notificação em tempo real de missões vão fortalecer as nossas preparações à medida que nos aproximamos do lançamento comercial de nossa experiência de viagens ao espaço”.

Depois do voo histórico de julho e do lançamento de outubro, a VSS Unity deve ficar fora de ação por pelo menos até a metade de 2022, já que a Virgin Galactic vai promover revisões e atualizações no VSS Eve, o avião cargueiro que carrega a Unity pela primeira parte de sua viagem (a Unity fica acoplada ao Eve, que empurra a nave para uma altura de 15 mil metros, e só a partir daí que a nave em si aciona seus propulsores e vai para fora da Terra).

A Virgin Galactic tem como seu maior objetivo oferecer pacotes turísticos que levem pessoas civis ao espaço. Segundo estimativas, o preço de cada passagem, quando o projeto for lançado oficialmente, será de US$ 450 mil (R$ 2,45 milhões) por pessoa.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos