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Volkswagen exige indenizações de dois ex-diretores pelo Dieselgate

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Logo da Volkswagen

A gigante alemã do automóvel Volkswagen exige indenizações de seu ex-presidente Martin Winterkorn e do ex-diretor da filial Audi Rupert Stadler, em meio ao escândalo dos motores a diesel manipulados, segundo um comunicado nesta sexta-feira (26).

Esses dois ex-diretores, já envolvidos em processos criminais, são indiciados por "danos e prejuízos por violações em virtude da lei de suas empresas", disse a Volkswagen, após uma reunião do conselho de supervisão do grupo, sem especificar os valores reivindicados.

Esta iniciativa ocorre mais de cinco anos depois do início, em setembro de 2015, de um escândalo gigantesco que revelou a manipulação de milhões de motores a diesel das marcas VW e Audi, entre outras, para que parecessem menos poluentes do que eram.

Após uma longa investigação realizada pelo gabinete de advogados Gleiss Lutz, o conselho de supervisão da Volkswagen está "convencido" que Winterkorn "infringiu seus deveres de diligência" ao omitir, como responsável da empresa, "explicar o contexto de uso de recursos de programas não autorizados" nos motores a diesel 2.0 L, explica o comunicado.

Também não "garantiu que as perguntas das autoridades americanas", que revelaram o escândalo, "recebessem uma resposta rápida, sincera e completa".

Stadler é criticado por "não garantir" que dois motores diesel desenvolvidos pela Audi e usados em veículos europeus da Volkswagen, Audi e Porsche "deveriam ser examinados".

Outros ex-diretores, dois da Audi e um da Porsche, também são alvo de exigências de indenizações.

Volkswagen e as pessoas envolvidas realizarão uma série de negociações para chegar a um acordo, sem ter que passar pelos tribunais, disse um porta-voz do grupo à AFP. Se um acordo não for alcançado, terão que seguir o caminho judicial.

jpl/fcz/sr/es/mar/aa