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Volks e Stellantis ecoam otimismo de rivais dos EUA sobre chips

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Grandes montadoras europeias como Volkswagen e Stellantis se juntaram às concorrentes dos Estados Unidos para sinalizar otimismo de que a grave escassez de semicondutores que afeta a produção pode ter atingido o pico.

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Ambas as montadoras disseram que superaram o pior dos problemas de disponibilidade que afetam as linhas de produção no mundo todo. O fornecimento dos componentes deve melhorar “trimestre após trimestre” no ano que vem, disse o CEO da Volkswagen, Herbert Diess, em entrevista à Bloomberg Television.

Desde que os problemas de entrega de semicondutores surgiram no fim do ano passado, executivos regularmente faziam comentários otimistas de que os suprimentos voltariam ao normal rapidamente. Não funcionou dessa maneira. Incêndios em fábricas, tempestades de inverno e novos surtos de coronavírus que restringiram a produção de chips agravaram a crise e os tempos de entrega se estenderam ainda mais.

O cenário traçado por executivos do setor automotivo na quinta-feira contrasta com as previsões da Samsung Electronics. A maior produtora e consumidora de chips para computadores e aparelhos móveis disse que a oferta apertada que afeta indústrias mundialmente deve persistir até 2022. A fabricante de equipamentos de rede de telecomunicações Nokia também disse que é difícil fazer uma avaliação de como a oferta evoluirá no próximo ano.

As montadoras estão mais otimistas. A diretora-presidente da General Motors, Mary Barra, afirmou à Bloomberg Television na quarta-feira que a montadora “superou o pior”, enquanto a Ford Motor disse que a prolongada escassez já dá sinais de alívio, com mais melhorias esperadas até o próximo ano.

À medida que as restrições persistem, a carteira de pedidos da Volkswagen deve aumentar para cerca de meio milhão de veículos até o fim do ano, de acordo com Diess. Ele espera que “algumas restrições” na disponibilidade de chips permaneçam até 2022.

A Stellantis alertou que a perda de produção em 2021 deve ser maior do que a projetada. A receita anual pode ser inferior a 150 bilhões de euros devido à crise de chips, disse o diretor financeiro, Richard Palmer, em teleconferência com analistas. Isso não afetará significativamente a capacidade da montadora de manter as margens, acrescentou.

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