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Tem iPhone? Então você pode estar sendo espionado

·2 minuto de leitura
A Apple atualizou o software para iPhones para lidar com uma vulnerabilidade crítica que pesquisadores independentes dizem ter sido explorada por um software de vigilância notório para espionar um ativista saudita. (Getty Images)
  • Universidade de Toronto descobriu falha no sistema de mensagens do aparelho

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  • Grupo israelense estaria por trás de spyware para entrar nos telefones

A Apple atualizou o software para iPhones para lidar com uma vulnerabilidade crítica que pesquisadores independentes dizem ter sido explorada por um software de vigilância notório para espionar um ativista saudita.

Pesquisadores do Citizen Lab, Universidade de Toronto, disseram que a exploração de software está em uso desde fevereiro e foi utilizada para implantar o Pegasus, o spyware feito pela empresa israelense NSO Group, e que foi usado para vigiar jornalistas e defensores dos direitos humanos em vários países.

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A atualização urgente que a Apple (AAPL) lançou segunda-feira fecha um buraco no software iMessage que permitiu que hackers se infiltrassem no telefone de um usuário sem que o usuário clicasse em nenhum link, de acordo com o Citizen Lab. O ativista saudita optou por permanecer anônimo.

A Apple deu crédito aos pesquisadores do Citizen Lab por encontrarem a vulnerabilidade. "Ataques como os descritos são altamente sofisticados, custam milhões de dólares para desenvolver, geralmente têm uma vida útil curta e são usados ​​para atingir indivíduos específicos", disse Ivan Krstić, chefe da Engenharia e Arquitetura de Segurança da Apple, em um comunicado.

Krstić disse que a Apple resolveu rapidamente o problema com uma correção de software e que a vulnerabilidade "não é uma ameaça para a esmagadora maioria de nossos usuários".

Ainda assim, os especialistas em segurança incentivaram os usuários a atualizar seus dispositivos móveis para proteção. Em um comunicado, a NSO não abordou as alegações, apenas dizendo: "O Grupo NSO continuará a fornecer às agências de inteligência e aplicação da lei em todo o mundo tecnologias que salvam vidas para combater o terrorismo e o crime".

A empresa havia dito anteriormente que seu software só é vendido a clientes avaliados para fins de contraterrorismo e aplicação da lei.

Os pesquisadores, no entanto, dizem que encontraram vários casos em que o spyware foi implantado em dissidentes ou jornalistas. Em 2019, analistas do Citizen Lab alegaram que Pegasus foi usado no telefone celular da esposa de um jornalista mexicano assassinado.

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