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Vitória na Champions League não tira pressão do Barcelona para enfrentar Real Madrid

·2 min de leitura

A entrevista de Jordi Alba às redes oficiais da Liga dos Campeões foi o retrato do atual momento do Barcelona. Após vencer o Dínamo de Kiev por 1 a 0, nesta quarta, no Camp Nou, ele garantiu que o elenco “está confiante para enfrentar o Real Madrid” no próximo fim de semana. Mas ao observar a expressão corporal do lateral-esquerdo, tudo indicava o contrário — a cena acabou viralizando. Os catalães respiram aliviado por volta a vencer no torneio continental, mas a atuação ruim preocupa para aquele que promete ser o ‘El Clásico’ mais desequilibrado dos últimos anos — com o rival madrilenho vindo de goleada por 5 a 0 sobre o Shakhtar Donestk, na Ucrânia.

Ao menos, a situação ficou um pouco mais tranquila na Liga dos Campeões. O gol marcado por Gerard Piqué serviu para o Barcelona encerrar sua maior seca de vitórias na competição desde 1997 — eram cinco jogos sem triunfo. Está na terceira colocação com três pontos, um a menos que o Benfica, que ontem foi goleado por 4 a 0, em casa, para o líder Bayern de Munique (9).

Por sinal, o gol da vitória fez Piqué entrar para a história da Liga dos Campeões. O zagueiro se tornou o defensor com mais gols em toda a competição, igualando o ex-lateral brasileiro Roberto Carlos, com 16 bolas na rede — 14 delas pelo clube catalão. O Barcelona nunca foi derrotado no torneio quando o zagueiro deixou a sua marca, o que também é uma marca importante. Foi o segundo gol do jogador na temporada.

Mas o desempenho foi mais do mesmo. O técnico Ronald Koeman, que novamente foi vaiado no Camp Nou, sabe que 12 milhões de euros é o valor que o mantém no cargo. Esta é a multa rescisória que o Barcelona terá que pagar se quiser despedi-lo — valor considerado alto devido à crise financeira vivida pelo clube. Na imprensa espanhola, especula-se que uma derrota para o Real Madrid pode fazer a austeridade financeira ser deixada de lado e a demissão vir a acontecer.

Koeman hoje não conta com apoio da diretoria, da arquibancada e os jogadores parecem não reagir às suas ordens. Após a partida, reconheceu que a equipe mereceu ser criticada:

— Eu entendo que os torcedores voltem para casa infelizes porque eu penso assim também. Você tem que aproveitar as oportunidades criadas em um jogo como esse, tem que marcar mais. Pelo menos a equipe venceu, embora com um resultado curto — afirmou.

Além dos resultados ruins, as críticas a Koeman aumentaram após as boas campanhas da Espanha na Eurocopa, Jogos Olímpicos e na Liga das Nações. Afinal, a base com Mingueza, Jordi Alba, Sergio Busquets, Gavi, Sergi Roberto, Pedri e Ansu Fati consegue ter excelentes desempenhos na seleção, com direito a bons jogos contra as poderosas Itália e França, mas não repete a dose no Barcelona.

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