Mercado fechará em 5 h 13 min
  • BOVESPA

    112.078,79
    +200,26 (+0,18%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    43.674,83
    +779,20 (+1,82%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,26
    -0,02 (-0,04%)
     
  • OURO

    1.843,40
    +13,20 (+0,72%)
     
  • BTC-USD

    19.331,40
    +382,15 (+2,02%)
     
  • CMC Crypto 200

    379,74
    +14,82 (+4,06%)
     
  • S&P500

    3.669,01
    +6,56 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    29.883,79
    +59,87 (+0,20%)
     
  • FTSE

    6.481,21
    +17,82 (+0,28%)
     
  • HANG SENG

    26.728,50
    +195,92 (+0,74%)
     
  • NIKKEI

    26.809,37
    +8,39 (+0,03%)
     
  • NASDAQ

    12.477,00
    +22,75 (+0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2881
    -0,0317 (-0,50%)
     

Vitória de Biden mudaria política americana, mas populismo continuará, diz Economist

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A revista Economist traz nesta semana uma reportagem em que afirma que uma vitória do democrata Joe Biden mudaria a política americana em áreas que vão do clima à imigração, mas a quantidade de votos que o republicano Donald Trump conseguiu mostra que o populismo seguirá vivo nos EUA. A revista afirma que Biden deve obter 52% dos votos populares e diz que o democrata é um "homem decente que, após o fechamento das urnas, prometeu governar como um unificador". Segundo a revista, com ele a Casa Branca se livraria de negociações pessoais, mentiras habituais e o uso de órgãos do governo para execução de vinganças. Por outro lado, aponta, o Partido Republicano, que deve manter o controle do Senado, "caiu sob o feitiço de Trump", cuja eleição em 2016 "foi o início de uma profunda mudança ideológica em seu partido". Duas conclusões serão tiradas "do fracasso da América em rejeitar o trumpismo de forma mais decisiva", escreve a Economist: nacionalistas que buscam inspiração no republicano reconhecerão que seu tipo de política tem futuro fora dos EUA e haverá mais cautela no resto do mundo para confiar no país. No primeiro caso, a revista diz que uma forte "abjeta" de Trump poderia trazer problemas para o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e para a expoente da extrema direita da França Marine Le Penn. Mas, em vez disso, o ex-líder do partido Brexit no Reino Unido Nigel Farage ensaia um retorno. "Biden, por outro lado, está imerso nos valores tradicionais da diplomacia americana", segundo a Economist. Para a revista, ele tentaria restaurar laços com aliados e fortaleceria a governança global, permanecendo na Organização Mundial da Saúde e assinando o acordo de Paris sobre mudança climática. "Mas depois desse resultado eleitoral, todos saberão que tudo poderá se reverter em 2024", diz a revista.