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Visa quer criar um canal de pagamentos para reunir redes de blockchain

·2 minuto de leitura

Com a popularização das criptomoedas — e a criação constante de novas opções — a Visa já pensa em criar um canal de pagamento universal (universal payment channel – UPC). A ideia é que ele conecte múltiplas blockchains de forma a permitir transferências de moedas digitais. "O UPC busca ser uma rede de blockchains para adicionar valor a diversas formas de dinheiro, tanto os da rede Visa quanto outros", justifica a empresa.

Muitos bancos centrais, como os do Reino Unido, dos EUA e do bloco europeu, já estudam o lançamento de moedas digitais próprias (as CBDCs) e se perguntam se será possível fazer transferências internacionais. "Apesar de as criptomoedas não serem parte do cotidiano atualmente, elas devem ter um papel importante no futuro", diz a Visa. O UPC terá capacidade de processar bilhões de transações com tarifas reduzidas.

Imagem: Reprodução/Unsplash/Art Rachen
Imagem: Reprodução/Unsplash/Art Rachen

O sistema deve acolher moedas digitais de bancos centrais de todo o mundo bem como stablecoins — criptomoedas que mantém preço relativamente estável (em geral, atrelado a uma mercadoria ou a uma moeda ou que têm suprimento regulado por um algoritmo) — e permitir transferências globais. Um exemplo de stablecoin é a USDC, vinculada ao dólar — apesar de não ser emitida por um banco central, pode ser comparada a esse tipo.

Para conectar diferentes blockchains, o UPC pretende criar canais de pagamento dedicados entre elas. Isso quer dizer ligar redes CBDC de diferentes países ou interligar redes CBDC com redes privadas de stablecoin. “Que tal enviar US$ 500 em USDC para uma amiga em Londres e eles serem convertidos automaticamente para libras digitais antes de chegarem à carteira CBDC dela?”, exemplifica o documento da Visa. “Tudo isso em tempo real, entre diferentes redes e compatível com várias carteiras digitais.”

Em julho, a Visa fez parceria com 50 empresas de cripto para permitir que seus clientes usem moedas digitais. Além disso, em agosto, a companhia comprou o token não-fungível (NFT) CryptoPunk, por US$ 150 mil.

Fonte: Canaltech

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