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Violência doméstica: no Juizado da Barra, agressores terão de participar de grupo de orientação

Maíra Rubim
·2 minuto de leitura

RIO — Um ano e oito meses depois de criar o Projeto Violeta, que garante segurança a vítimas de violência ao agilizar a tramitação de medidas protetivas de urgência, o 7º Juizado da Barra da Tijuca lança o Projeto Acompanha. A iniciativa vai formar grupos de homens para falar da violência doméstica.

— O objetivo é que eles tomem consciência da igualdade de gêneros. Não é só a violência física, tem a psicológica, a verbal, a velada e a ameaça — explica a juíza Cíntia de Andrade Guedes.

A partir de 12 de abril, explica a juíza, os homens que forem alvo de medidas protetivas poderão ser intimados a participar do Acompanha. O comparecimento será obrigatório. Nas conversas, eles serão instruídos inclusive sobre a importância de cumprirem a determinação da Justiça.

— Existem diversas implicações no descumprimento, e vamos falar sobre cada uma delas, além de abordar temas como uso de bebidas e outras drogas. Muios desses homens também poderão ser encaminhados para grupos específicos que cuidam, por exemplo, de alcoolismo — afirma.

Assim como acontece com as vítimas, os agressores também serão acompanhados por uma equipe formada por psicólogos e assistentes sociais.

— A ideia surgiu porque muitas vezes os homens se sentem mais à vontade com outros homens. Com cuidados e orientação, é possível que haja uma mudança (de comportamento). Os homens também precisam ser acolhidos — acredita a juíza.

Outra novidade, conta ela, é um aplicativo desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Rio e pela UFRJ chamado Maria da Penha, que permite que as vítimas preencham seus dados e peçam medida protetiva sem precisar ir até uma delegacia.

— É importante lembrar que a Defensoria Pública funciona 24 horas e, com a mudança da Lei Maria da Penha, no ano passado, a vítima pode escolher o tipo de medida protetiva. Houve um caso em que uma vítima não queria se afastar do companheiro, mas exigia que ele fizesse um tratamento — lembra.

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