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Vilanizar a agricultura não ajuda a preservar o meio ambiente, diz Tereza Cristina

Luísa Martins e Matheus Schuch
·1 minuto de leitura

Para a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as atividades agropecuárias não podem ser apontadas como causa da degradação ambiental do país Ana Paula Paiva/Valor A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, defendeu que as atividades agropecuárias não podem ser apontadas como causa da degradação ambiental do país. “A agropecuária e o produtor rural são os mais importantes aliados na preservação do meio ambiente. Vilanizar a agricultura brasileira não ajuda em nada”, disse ela. O discurso ocorreu em audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para discutir a gestão do Fundo Clima pelo governo federal. A reunião ocorre no âmbito de uma ação protocolada por partidos de oposição, que alegam omissão do presidente Jair Bolsonaro nas políticas públicas ambientais. Em sua exposição, a ministra disse que o Brasil utiliza apenas 30% do seu território para a agropecuária, ou seja, a maior parte das terras ainda têm vegetação nativa. Ela defendeu a manutenção da integralidade do Código Florestal e disse que a regularização fundiária é um “eficaz instrumento de proteção do meio ambiente”, pois obriga os proprietários a preservá-lo. “Somos um dos únicos países capazes de responder a dois grandes desafios globais: a segurança alimentar e a conservação do meio ambiente”, disse ela. Tereza disse, ainda, que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) superou em 8,2% a meta para dez anos do Plano Agricultura de Baixo Carbono - segundo ela, a estimativa é a de que tenham sido mitigados, nesse período, 144 milhões de toneladas de CO2.