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Vilão no cinema, Duda Nagle diz ter perfil bom moço na vida e fala sobre planos de mais filhos e casamento com Sabrina Sato

·4 minuto de leitura

Cavanhaque, lente de contato para simular um olho de vidro, voz grave, feição sisuda. Duda Nagle passou por uma transformação física e postural para interpretar seu primeiro vilão no cinema, distanciando-se da imagem do cara gente boa, maridão da Sabrina Sato e paizão da Zoe, que o público tanto ama acompanhar nas redes sociais. Em “Garota da moto”, em cartaz desde o último fim de semana em mais de cem salas de exibição pelo Brasil, o ator é Peixoto, um policial mau-caráter, antagonista da história filmada em fevereiro do ano passado e protagonizada por Maria Casadevall.

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— Fui ao oftalmologista fazer exames para desenvolverem uma lente de contato especial. Brinco que ela me deixou com olho de chimpanzé. Tem uma pupila enorme e preta. Luis (Pinheiro, diretor) quis causar essa estranheza na aparência do Peixoto, deixar o espectador desconfortável e desconfiado dele — conta Duda, já acostumado a viver bad boys na TV: — Na vida, eu busco seguir um padrão moral e ético elevado, prefiro ser o bom moço. Mas, curiosamente, já fiz um monte de malvados na ficção. Na Globo, em “A dona do pedaço” (2019), eu era um ex-campeão de boxe sem escrúpulos. Em “Caminho das Índias” (2009), um vândalo. Em “Malhação” (1995/2003), um lutador pitboy... Já em “Cúmplices de um resgate” (2015, no SBT), para contrabalançar, fui o mocinho bom demais pra ser verdade (risos).

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Grande entusiasta das cenas de ação com direito a lutas, perseguições e efeitos especiais — a ponto de estar à frente de um projeto chamado Missão Hollywood, com dublês renomados do cinema americano —, o ator se entregou de tal forma a um take de briga que acabou se machucando.

— Tive uma luxação, de tanto socar a câmera. Fiquei com um ovo de dinossauro na mão. Foi projetada uma traquitana legal pra gente bater, uma caixa toda acolchoada pra apoio de lente, mas rolou um pequeno acidente. No cinema é aquele negócio: quem tem um não tem nenhum. O diretor grita todo feliz “Ficou ótimoooo!” e completa “Vamos rodar mais uma?!” — acha graça Duda, de 38 anos, que também se arriscou a fazer cenas em que despencava de pequenas alturas: — Nas mais perigosas, o Renan Medeiros, dublê e nosso coreógrafo de ação, me substituiu. Ele é o meu assessor para assuntos de risco de vida (risos).

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No filme, derivado da série homônima que foi ao ar no SBT entre 2016 e 2019, a motogirl Joana (Maria Casadevall) se porta como uma heroína. Ela descobre acidentalmente uma fábrica em que mulheres refugiadas são exploradas como escravas e enfrenta uma quadrilha para libertá-las, tornando-se alvo dos criminosos. A mãezona dispõe da própria vida para salvar o filho, Nico (Kevin Vechiatto), que acaba sequestrado. Em sua versão pai protetor, Duda também se diz capaz de qualquer coisa pela pequena Zoe, de 2 aninhos:

— Quando minha filha nasceu, perdi um pouco da referência antiga, que era cuidar de mim, da Sabrina e da minha mãe (a jornalista Leda Nagle). Esse serzinho fofinho começa a aprender a andar e, num piscar de olhos, já está na beira da escada, rindo na cara do perigo. Isso é muito doido para um homem jovem que até então sabia se proteger. Por ela, faço tudo.

Duda não vê a hora de um “remake” no papel de pai. Mas confessa que ele e Sabrina não são tão bons de planejamento...

— Tenho muita vontade de ter mais filhos. Mas a gente é meio enrolado pra programar coisas, desde o lazer do fim de semana até uma gravidez (risos). Tanto que a Sá engravidou quando eu estava começando a aprender a mexer no aplicativo que mapeia o ciclo menstrual. Tomara que aconteça logo — torce, sendo lembrado pela repórter que Sabrina retomará o posto de rainha de bateria da Vila Isabel no próximo carnaval do Rio: — Seria interessante ela desfilar barriguda, né? Tudo pode acontecer.

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Um novo herdeiro pode chegar antes mesmo de um outro evento muito especial, sonhado pelo casal e adiado pela pandemia:

— A gente criou uma piada interna, com fundo de verdade: vamos casar na entressafra, depois do primeiro filho. Mas o mundo parou. Tudo da Sá é com muita gente em volta, ela é uma pessoa agregadora. Não faria sentido fazermos uma cerimônia em casa, durante os momentos mais críticos da Covid. Talvez fique pra próxima entressafra (risos).

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