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Viagem de embaixadores ao Amazonas pode ser adiada por causa de Covid, diz Mourão

RICARDO DELLA COLETTA
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 03.02.2020 - O vice-presidente Hamilton Mourão. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 03.02.2020 - O vice-presidente Hamilton Mourão. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse que a viagem de embaixadores à região amazônica pode ser adiada em razão da pandemia da Covid-19. A visita é uma das estratégias para combater a imagem negativa do país em temas ambientais no exterior.

Segundo Mourão, a situação do vírus no estado do Amazonas "deu uma escalada" e será necessária uma avaliação de risco para saber se a viagem, prevista para o início de novembro, será mantida ou não.

"Nós vamos fazer uma análise de risco porque a gente sabe que a situação no estado do Amazonas deu uma escalada. Então vamos fazer uma reunião, uma análise de risco, e se o risco estiver de médio para cima nós vamos adiar a viagem", disse o vice-presidente.

Um dos estados mais atingidos no início da pandemia, o Amazonas soma mais de 158 mil casos confirmados de Covid-19, com 4.478 mortes. A última atualização da Secretaria de Saúde, de terça (27), registrava 1.50 casos confirmados em 24 horas.

A viagem está sendo planejada para apresentar aos chefes de missões diplomáticas ações adotadas pelo governo no combate a ilícitos ambientais. A ação está sendo liderada pelo vice-presidente, que comanda o Conselho da Amazônia.

Foram convidados diplomatas de diversos países, entre eles os embaixadores de Alemanha, Suécia, África do Sul, Canadá, Colômbia, Peru e União Europeia. Também foram chamados diplomatas do Reino Unido, França e Portugal, além da secretária-geral da OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica), María Alexandra Moreira López.

A programação inclui uma visita ao Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia) em Manaus, reunião com o governador Wilson Lima (PSC), visita a um laboratório de investigação de crimes ambientais e um passeio para ver o encontro das águas entre os rios Negro e Solimões.

A ideia é também levar os diplomatas a São Gabriel da Cachoeira para a visita a um pelotão de fronteira e a um posto de saúde indígena.

Mourão avalia que a imagem negativa que o Brasil tem no exterior em temas relacionados ao meio ambiente, potencializada pelos índices de desmatamento na Amazônia e pela onda de queimadas no Pantanal, é um dos principais obstáculos que o país enfrenta na arena internacional.

O vice-presidente considera que a reativação do Fundo Amazônia, mantido com doações da Alemanha e Noruega, depende principalmente da apresentação de resultados concretos dos esforços de combate a ilícitos ambientais na região.