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Vereadores de Duque de Caxias relatam clima de medo e reforçam segurança após mortes de dois parlamentares

·2 minuto de leitura

RIO — A morte do segundo vereador em exercício só este ano em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, acendeu o sinal alerta em outros parlamentares. O presidente da Câmara Municipal, Celso do Alba (MDB), reforçou sua segurança pessoal depois de receber ameaças anônimas. Celso foi um dos vereadores mais votados da cidade e assumiu a liderança da Casa pela primeira vez.

— As morte de Danilo (em março deste ano) e Quinzé (no último domingo) representam um duro golpe para a política caxiense. Silenciaram dois vereadores eleitos democraticamente pelo nosso povo. Eu tomei as minhas providências, aumentei minha segurança e da minha família e evito certos trajetos em alguns horários. Estou preocupado com a população e os vereadores da cidade que convivem diariamente com essa insegurança — afirmou Celso.

O vereador se referia às mortes de Danilo Francisco da Silva (MDB), conhecido como Danilo do Mercado, e o filho dele, Gabriel da Silva, de 25 anos, em março deste ano, e de Joaquim José Quinze Santos Alexandre, o Quinzé, executado a tiros na noite do último domingo.

O presidente da Câmara de Caxias diz estar cobrando uma resposta das autoridades para a elucidação dos crimes. Ele acredita, entretanto, que a sensação de insegurança está generalizada no município:

— A sociedade como um todo está acuada dentro de casa. A Prefeitura tem um projeto de “smart city” com o Estado e o Governo Federal para instalação de câmeras de segurança na cidade toda. Isso vai ajudar na diminuição dos crimes. A Câmara está junto com o Poder Executivo.

Em seu segundo mandato na Câmara, um dos vereadores afirmou, sem se identificar, que ele e alguns de seus pares ficaram assustados desde o primeio assassinato, de Danilo do Mercado.

— Hoje ando com seguranças, coisa que nunca fiz. As mortes dos vereadores mexeram comigo e outros colegas. Queremos uma resposta da DHBF.

Procurada, a Polícia Civil limitou-se a dizer, por nota, que “as investigações continuam para identificar a autoria do crime e esclarecer o caso”.

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