Mercado abrirá em 2 h 12 min
  • BOVESPA

    108.843,74
    -2.595,62 (-2,33%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.557,65
    -750,06 (-1,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,12
    +0,83 (+1,18%)
     
  • OURO

    1.767,00
    +3,20 (+0,18%)
     
  • BTC-USD

    43.355,57
    -1.181,32 (-2,65%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.087,23
    -47,16 (-4,16%)
     
  • S&P500

    4.357,73
    -75,26 (-1,70%)
     
  • DOW JONES

    33.970,47
    -614,41 (-1,78%)
     
  • FTSE

    6.984,15
    +80,24 (+1,16%)
     
  • HANG SENG

    24.221,54
    +122,40 (+0,51%)
     
  • NIKKEI

    29.839,71
    -660,34 (-2,17%)
     
  • NASDAQ

    15.122,25
    +112,75 (+0,75%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2466
    +0,0019 (+0,03%)
     

Vereador do PSOL em Niterói é afastado após episódio de homofobia

·2 minuto de leitura

Após um episódio de homofobia e intimidação ocorrido na Câmara Municipal de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o diretório do PSOL no município decidiu afastar do cargo o vereador Paulo Eduardo Gomes por 60 dias. O parlamentar foi acusado pela também vereadora niteroiense Verônica Lima (PT) de fazer ofensas homofóbicas durante uma reunião de líderes da Câmara Municipal, ocorrida em julho.

Em nota, o partido afirmou que ele vai passar por formações internas sobre racismo, lgbtfobia e machismo durante o período de afastamento.

"O PSOL Niterói compreende a gravidade das falas e atitudes discriminatórias do vereador que vão contra o programa político e as defesas prioritárias do partido", diz o comunicado.

Segundo Verônica, que é lésbica e foi a primeira negra eleita na Câmara Municipal de Niterói, em 2012, Gomes teria dita a ela durante uma discussão "Quer ser homem? Então vou te tratar como homem". Ela também afirmou que ele precisou ser contido por colegas parlamentares. O caso foi registrado na 76ª DP como "injúria" e "constrangimento ilegal"

Verônica Lima considerou a decisão do PSOL de afastar Gomes "equivocada". A petista disse que pelo fato do partido ser de esquerda e tradicionalmente lutar por pautas de direitos humanos, mulheres e LGBTQI+, esperava uma punição mais severa e à "altura da violência que ele praticou".

— Acho que dois meses com cursinho pra uma pessoa que tem diversos mandatos e tanto tempo de militância política como ele tem não vai resolver o problema — disse a parlamentar. — Espero que não só a justiça, mas também a casa legislativa se pronuncie e que ele seja devidamente punido

Após as denúncias da parlamentar, no mês passado, o vereador publicou uma nota em suas redes sociais admitindo ter cometido um ato "machista e lesbofóbico", mas disse não ter feito menção de agredir fisicamente a colega e que "sequer consideraria esta hipótese".

Ele afirmou que se desculpou com Verônica eu que iria "refletir coletivamente" sobre o episódio junto com seus correligionários do PSOL, e que firmaria um "novo compromisso antimachista".

Na nota divulgada nesta segunda-feira, o PSOL afirma que "Mais uma vez nos solidarizamos com a vereadora Verônica Lima pela violência sofrida, e repudiamos veementemente o ato do nosso militante e vereador".

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos