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Venom está no centro do próximo grande evento da Marvel Comics

Claudio Yuge
·4 minuto de leitura

O roteirista roqueiro Donny Cates chegou de mansinho na Marvel Comics e, aos poucos, foi impondo seu jeitão meio desengonçado e impulsivo de criar tramas com premissas interessantes e ação nos moldes de blockbusters. Seu estilo explosivo agradou, principalmente no título mensal de Venom, e, depois disso, a Casa das Ideias decidiu dar mais espaço para o menino, que agora mexe nas bases fundamentais do Universo Marvel. E a próxima grande saga da editora envolve justamente Cates e os simbiontes ligados a Venom.

No início de julho, a Marvel lançou uma frase enigmática: “Knull está chegando” e, na semana passada, a Casa das Ideias finalmente liberou uma data, dezembro, com uma série de acontecimentos ligados ao arco King in Black. Os autores são Donny Cates e Ryan Stegman, dupla que destrinchou melhor o que significam os simbiontes no Universo Marvel no título mensal de Venom e no evento Absolute Carnage.

"De todos os eventos, este é o mais legal, sombrio e heavy metal horror do tipo Chtulhu que fui capaz de fazer. Ainda não acredito que a Marvel esteja nos deixando ir por um caminho tão sombrio e assustador pela qual estamos indo”, diz Cates, ao falar sobre King in Black, que terá o horror cósmico como tom principal.

Knull é o deus do mal dos simbiontes, alienígenas conhecidos como Klyntar que se conectam a hospeiros, a exemplo de Eddie Brock, o Venom. Cates inventou o personagem para criar toda uma mitologia em torno do “uniforme preto” do Homem-Aranha. O roteirista explicou que, na verdade, o símbolo que fica no peito da criatura preta que recobre a pele é um dragão espacial, e não uma aranha. A partir ele explicou que esta é a divindade guerreira que gerou os Klyntar e seus rivais, os Exolons — e daí saiu a explicação para a existência de uma poderosa arma, a Necroespada, ligada às histórias do Thor.

<em>Divulgação/Marvel Comics</em>
Divulgação/Marvel Comics

Conhecido por matar outros deuses, Knull desempenhou um papel importante nos bastidores da série Venom e também esteve na ótima série limitada Surfista Prateado: Preto e no título mensal dos Guardiões da Galáxia. King in Black deve reunir os Vingadores e os X-Men e, claro, Venom. "Uma das coisas que mais me orgulho nesta série é a criação do personagem Knull. Temos alguns novos designs que vão aparecer ao longo da história e são realmente legais e assustadores", adiantou Stegman.Por enquanto, não há mais detalhes sobre a duração da série e quantas revistas devem o evento deve envolver.

Cates tornou o Motoqueiro Fantasma relevante novamente

Com suas intromissões no cantinho cósmico do Universo Marvel, Cates, embora muito falastrão, conseguiu estabelecer algumas boas ideias que revitalizaram a editora nos últimos anos. Além do que fez com Venom, o roteirista tornou o Motoqueiro Fantasma novamente relevante, juntamente com Thanos e o Justiceiro, por tabela.

<em>Reprodução/Marvel Comics</em>
Reprodução/Marvel Comics

Isso porque seu o Motoqueiro Fantasma Cósmico é ninguém menos que o Frank Castle, o Justiceiro, de um futuro alternativo. E uma das missões icônicas do personagem foi proteger o bebê Thanos. Essa história fez tanto sucesso que o Motoqueiro Fantasma tradicional voltou a ter um curioso título mensal e o Motoqueiro Fantasma Cósmico entrou para o cânone oficial da editora. Até Thanos, que andava desgastado depois de tanta luta pelas Joias do Infinito, tornou-se um vilão interessante novamente.

Esses bons resultados levaram Cates à nova fase de Thor, que se tornou um ser extremamente poderoso (ainda mais) nas mãos do roteirista: o Mjolnir tem novas propriedades e o próprio Odinson conta com diferentes habilidades —em um período que todo estão chamando de “Thor Dragonball”, devido às semelhanças de seu arsenal em comparação com Goku.

Assim, é bom ficar de olho, porque, embora não sejam assim tão grandiosas quanto o próprio Cates acredita, suas histórias pelo menos são realmente muito divertidas.

Fonte: Canaltech

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