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Venezuelana bate recorde mundial mais velho que ela no salto triplo em Tóquio-2020

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em sua útima tentativa na final do salto triplo das Olimpíadas de Tóquio, Yulimar Rojas, 25, com o ouro já garantido, bateu o recorde mundial da prova neste domingo (1º).

A venezuelana obteve a marca de 15,67 m, 17 centímetros superior ao antigo recorde, da ucraniana Inessa Kravets, obtido em agosto de 1995, dois meses antes de Yulimar nascer.

Com domínio absoluto da venezuelana, a prata ficou com a portuguesa Patrícia Mamona, com 15,01 m. A espanhola Ana Peleteiro ficou com o bronze, com 14,87 m. Ambas bateram o recorde de seus países.

A venezuelana chegou a Tóquio como a grande favorita da prova. Ela é a atual bicampeã mundial (2017 e 2019). Ela é treinada pelo cubano Iván Pedroso, campeão olímpico do salto em distância em Sydney-2000.

SALTO EM ALTURA

O italiano Gianmarco Tamberi protagonizou cena emocionante ao saber que havia conquistado o ouro no salto em altura das Olimpíadas de Tóquio-2020.

Tamberi não era favorito da competição. O protagonismo estava com o qatari Mutaz Essa Barshim, atual bicampeão mundial da prova (2017 e 2019).

Ambos os atletas saltaram 2,37 m na primeira tentativa. Com o sarrafo a 2,39 m, tanto o Barshim como Tamberi falharam em suas três tentativas.

Com o empate, a arbitragem questionou os atletas se queriam desempatar. Quando Tamberi ouviu que Barshim preferia dividir o ouro, foi ao delírio, com abraços no adversário, saltos, risos e choro.

Minutos depois, ele ainda comemorou outro ouro improvável da Itália no atletismo: o de Lamont Marcell Jacobs, que venceu os 100 m em 9s80 (recorde europeu).

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