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'Estou com crises de ansiedade', diz vendedora vítima de 'sala da sarrada'

·1 minuto de leitura
Rear view of a caucasian woman seated on the bedroom during lockdown coronavirus
Anna Paula Oliveira não encontrou suporte na empresa em que trabalhava para reportar episódios de assédio (Getty Image)
  • Vendedora conta ter sido assediada na empresa de telefonia móvel em que trabalhava

  • Relato viralizou nas redes sociais; outras ex-colaboradoras também se manifestaram

  • Antes de entrar na justiça, Anna Paula tentou denunciar o ocorrido internamente

O que acontece com uma mulher que denuncia assédio sexual no ambiente de trabalho? No caso Anna Paula Oliveira, 31 anos, o retorno foi demissão por justa causa. O caso viralizou nas redes sociais após uma postagem da ex-funcionária.

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Em entrevista para o Universa, do UOL, a vendedora contou os episódios de importunação que ocorreram nos dois anos e oito meses em que trabalhou em uma empresa de telefonia móvel localizada em um shopping do Rio de Janeiro. 

Segundo Anna Paula, os assediadores apelidaram o local em que os crimes ocorriam de "sala da sarrada". "Ele dizia: 'Deixa eu ver um nude seu que te pago R$ 50'. Eu desconversava e me afastava porque tenho duas filhas e precisava do emprego".

Após desabafar na internet sobre o ocorrido, Ana Paula passou a receber relatos de outras ex-colaboradoras que passaram por situações de assédio na mesma companhia.

O namorado da ex-funcionária também trabalhava na mesma companhia e foi demitido após um surto de raiva pela postura omissa da empresa.

Apesar dos crimes cometidos, a vítima conta que não se sentia segura para sair da situação. "Eu tinha muito medo de denunciar por causa da posição hierárquica. Ele era gerente geral e bem conceituado. As coisas se repetiam. Ele tinha certeza de impunidade", afirma. 

Depois de ser demitida por denunciar a violência que sofreu, Anna Paula decidiu processar a companhia na justiça.

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