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Vendedor de balas morre após ser atingindo por tiro durante briga em bar na Zona Oeste do Rio

·2 min de leitura
vendedor de balas morto.jpg

RIO — O vendedor de balas Wilson Viana Almeida, de 55 anos, morreu, nesta terça-feira (7), após ser baleado por um policial militar na noite do último domingo (5). O ambulante trabalhava na porta de um bar na Estrada Guandú do Sapê, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, quando começou uma briga entre um grupo de homens, entre eles o agente, e os seguranças do estabelecimento. Wilson foi um dos feridos durante a confusão, atingido no pescoço pelo tiro. O enterro será nesta tarde.

O vendedor foi levado para o Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande, onde passou por um procedimento cirúrgico, mas não resistiu. Segundo a família de Wilson, o socorro demorou mais de uma hora para o atendimento, o que pode ter contribuído para a morte dele.

— Essa demora foi crucial, ele sangrou até morrer. A gente preferia cuidar do meu pai do que enterrá-lo. Meu pai sempre fez de tudo pela gente. Tudo, tudo. E ele prometeu à gente que as coisas iriam melhorar. Ele tava trabalhando e batalhando dia após dia. ele estava fazendo em dobro, ele nem ia para casa às vezes para trabalhar mais para poder conseguir melhorar as coisas para a gente, sabe?! — disse uma das filhas do vendedor ao "RJTV", da TV Globo, nesta quarta-feira, no Instituto Médico Legal de Campo Grande, para onde o corpo foi levado.

Wilson, conhecido pelo apelido de "Vasquinho", deixa seis filhos. O enterro será nesta tarde no Cemitério do Irajá, na Zona Norte do Rio. Ana Lydiane de Lima Almeida, uma das filhas do ambulante, destacou as qualidades do pai:

—Se oferecessem todo o dinheiro do mundo iria preferir ter o meu pai aqui com a gente porque meu pai era um ótimo pai, meu pai era um ótimo amigo, uma ótima pessoa, querido por todo mundo.

Segundo relatos de testemunhas, a briga começou quando o policial militar, que estava de folga, tentou entrar no bar armado, acompanhado por outros homens. Os seguranças do local impediram a passagem, dando início às agressões. Câmeras de segurança registraram a confusão, com troca de socos e chutes. Um homem que seria o chefe da segurança do bar chega a dar um golpe mata-leão no PM. Quando o agente consegue se soltar, saca a arma e atira. Neste momento, além do funcionário, Wilson também é baleado.

A Polícia Civil prendeu o PM em flagrante e o conduziu à 35ª DP (Campo Grande). Segunda a Polícia Militar, a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) investiga o caso. A corporação afirma que "equipes do 40º BPM (Campo Grande) foram acionadas para checar uma confusão envolvendo disparos de arma de fogo" e que no local "os policiais tomaram conhecimento de que três feridos".

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