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Vendas de soja atingem 34,6% da safra 21/22 em MT, diz Imea; preço menor desacelera negócios

·3 minuto de leitura
Trabalhos de colheita de soja em Nova Mutum, no Mato Grosso

Por Nayara Figueiredo

SÃO PAULO (Reuters) -A comercialização da safra de soja 2021/22 de Mato Grosso, que será plantada a partir de setembro, chegou a 34,58% da produção esperada, atrás do registrado no mesmo período do ano anterior em meio a um recuo nos preços em dólar, embora haja avanço nas vendas ante a média histórica, disse o Imea nesta segunda-feira.

No mês anterior, os produtores haviam negociado 32,5% da oleaginosa, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária.

Na mesma época da temporada 2020/21, quando as vendas estavam aceleradas, sojicultores já tinham comercializado 46,99% da produção futura. Já a média dos últimos cinco anos para esta época do ano indica 25,28%.

Para a safra atual (2020/21), as vendas estão na reta final e alcançaram 89,95% da produção, abaixo dos 95,78% vistos no mesmo período de 2019/20, e um pouco acima da média histórica de 88,74% para o período.

"Essa desaceleração nas negociações presentes e futuras é justificada pela instabilidade na bolsa de Chicago com o recuo nos preços do grão", disse o Imea em boletim à parte.

O instituto citou o movimento do dólar como um fator de pressão para as cotações da soja, visto que a moeda caiu 4,98% no mês de junho, "atingindo assim a mínima de 4,91 reais, patamar que não era registrado desde junho de 2020".

Neste cenário, o Imea ressaltou que houve uma diminuição de 6,31 pontos percentuais no preço médio da soja 2021/22 quando comparado com maio, estimado em 137,24 reais por saca. Para a oleaginosa da temporada atual, a queda mensal de preço foi de 4,88 pontos, a 153,75 reais.

MILHO E ALGODÃO

Assim como na soja, o Imea apontou a queda no preço do milho para a safra 2021/22 como um fator que pautou um ritmo mais lento nas negociações. Segundo o instituto, a retração foi de 8,85% no comparativo mensal.

Com isso, o volume negociado avançou apenas 2,27 pontos percentuais ante o mês anterior, para 25,6% da produção esperada para a próxima safra. "Os produtores aguardam cenários menos voláteis para fecharem novos negócios", disse em boletim.

Para o ciclo atual, houve avanço de 2,50 pontos na variação mensal e as vendas do cereal chegaram a 79,91% da produção esperada no Estado já negociada.

"Com relação ao preço, as cotações apresentaram queda de 10,26% ante a maio, com valor médio de 62,92 reais por saca. Cabe ressaltar que é a primeira vez, em 12 meses, que o preço médio comercializado não apresenta alta quando comparado ao mês anterior."

Para o algodão, as vendas da safra nova estão abaixo tanto do ano anterior quanto da média histórica. Segundo o Imea, foram negociados 31,02% da produção esperada para 2021/22, ante 35,7% um ano antes e média de 38% para os últimos cinco anos.

O instituto ainda informou que a comercialização da pluma do ciclo atual chegou a 78%, versus 79,16% um ano antes e média histórica de 74,95%.

(Por Nayara Figueiredo; edição de Marta Nogueira e Maria Pia Palermo)

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