Mercado fechará em 6 h 7 min
  • BOVESPA

    112.543,78
    -1.250,50 (-1,10%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.038,47
    -153,86 (-0,29%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,80
    -0,81 (-1,12%)
     
  • OURO

    1.750,70
    -6,00 (-0,34%)
     
  • BTC-USD

    47.393,07
    -261,23 (-0,55%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.205,77
    -19,76 (-1,61%)
     
  • S&P500

    4.455,04
    -18,71 (-0,42%)
     
  • DOW JONES

    34.677,62
    -73,70 (-0,21%)
     
  • FTSE

    7.030,81
    +3,33 (+0,05%)
     
  • HANG SENG

    24.920,76
    +252,91 (+1,03%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,71 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.530,00
    +12,25 (+0,08%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2567
    +0,0719 (+1,16%)
     

Vendas de soja 21/22 do Brasil seguem atrasadas, diz Safras & Mercado

·1 minuto de leitura
Colheita de soja em Correntina (BA)

SÃO PAULO (Reuters) - As vendas antecipadas para o novo ciclo de soja do Brasil (2021/22) mantiveram forte atraso ante o mesmo período do ano passado, quando agricultores já tinham comercializado quase metade da produção esperada, apontou a consultoria Safras & Mercado em relatório mensal.

A comercialização da soja que será plantada a partir deste mês atingiu 25,6% de uma safra projetada em recorde de 142,24 milhões de toneladas, avanço de 1,9 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Em igual período do ano passado, o número de vendas da safra futura era de 49,3% e a média dos últimos cinco anos é de 24,9%, segundo a consultoria.

O comercialização da safra velha, colhida no início deste ano, atingiu 85,9% e também está mais lenta na comparação anual e frente à média histórica.

"Os produtores seguem retraídos, negociando apenas o necessário durante os melhores momentos. A aposta é de melhora no último trimestre do ano", disse a Safras em relatório.

Os negócios da safra velha aumentaram quatro pontos percentuais na comparação mensal.

Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 97,9% do total e a média de cinco anos para o período é de 88,5%.

Nesta semana, a Reuters publicou que produtores no Brasil estão segurando vendas, pois acreditam que os preços podem subir mais em meio ao aperto da oferta global.

Além disso, alguns avaliam que questões climáticas e políticas poderão impulsionar as cotações.

(Por Roberto Samora)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos