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Vendas online já são a principal receita de 31% dos microempreendedores

·1 minuto de leitura

A 11ª edição da pesquisa "Impacto da Pandemia do Coronavírus nos Pequenos Negócios", realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que mais da metade do faturamento de 31% dos microempreendedores individuais (MEI) vem das vendas online. Esse percentual cai para 22% entre os donos de micro e pequenas empresas (MPE).

Para o Sebrae, esse dado tem tudo a ver com a pandemia de COVID-19. Afinal, ela obrigou muitos microempreendedores a migrarem suas estratégias de venda offline para a internet devido ao isolamento social de grande parte da população.

“O MEI depende mais das ferramentas digitais do que as micro e pequenas empresas. A pesquisa mostra que, quando o assunto é comercialização de produtos de forma online, pesa mais o porte do negócio do que o segmento de atuação dos empreendedores”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Imagem: Pickawood/Unsplash
Imagem: Pickawood/Unsplash

Isso porque o estudo – divulgado no começo de julho – também mediu essa importância da internet como canal de vendas por área de atuação. E a tendência com os MEI se repetiu em 14 das 21 atividades analisadas, como Turismo (51% dos empreendedores), Economia Criativa (46%), Indústria Alimentícia (45%) e Artesanato (43%).

Na 9ª edição da pesquisa de Impacto, ocorrida em novembro do ano passado, foi investigado se o WhatsApp seria a plataforma preferida dos empreendedores para transações. Na época, 84% deles responderam afirmativamente, seguido de Instagram (54%) e Facebook (51%). Apenas 23% dos negócios vendiam por sites próprios.

A 11ª edição da pesquisa pode ser acessada na íntegra aqui.

Fonte: Canaltech

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