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Vendas no varejo do Reino Unido despencam e cresce risco de recessão

Pessoas passam em frente a loja de roupas em Londres

Por Andy Bruce

LONDRES (Reuters) - As vendas no varejo britânico caíram muito mais do que o esperado em agosto, em outro sinal de que a economia está entrando em recessão à medida que a crise do custo de vida aperta os gastos dispensáveis das famílias.

O volume de vendas no varejo caiu 1,6% em termos mensais em agosto, disse o Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês), a maior queda desde dezembro de 2021 e pior do que todas as previsões em uma pesquisa da Reuters com economistas que apontava uma queda de 0,5%.

"Com um inverno difícil chegando, será uma preocupação para os varejistas que os compradores já tenham contido seus gastos apesar do verão quente", disse Lynda Petherick, líder de varejo da Accenture.

Todos os principais setores de varejo caíram no mês pela primeira vez desde julho de 2021, quando restrições relacionadas à Covid-19 foram suspensas, disse o ONS.

O período de luto após a morte da rainha Elizabeth representa outro desafio para os varejistas, com o fechamento generalizado de negócios na segunda-feira para marcar o funeral da monarca.

"A atmosfera sombria no Reino Unido esta semana e as notícias de crescimento econômico lento irão aumentar a preocupação entre os varejistas à medida que o clima fica mais frio", disse Petherick.

Embora a inflação tenha caído abaixo de 10% no mês passado, as famílias ainda estão enfrentando os maiores aumentos de preços desde o início dos anos 1980, causados principalmente pelo aumento dos preços de energia após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

(Reportagem adicional de James Davey)