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Vendas no varejo dos EUA aumentam em agosto e pedidos semanais de auxílio-desemprego caem

Loja da Target em Nova York

WASHINGTON (Reuters) - As vendas no varejo dos Estados Unidos subiram em agosto, uma vez que os preços mais baixos da gasolina apoiaram os gastos, mas a demanda está esfriando à medida que o Federal Reserve aumenta a taxa de juros de forma agressiva.

As vendas no varejo aumentaram 0,3% no mês passado, informou o Departamento de Comércio nesta quinta-feira. Os dados de julho foram revisados para baixo para mostrar que as vendas no varejo caíram 0,4%, em vez de permanecerem inalteradas, conforme relatado anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas permaneceriam inalteradas, com estimativas variando de um declínio de 0,5% a um aumento de 0,5%.

Um relatório separado do Departamento do Trabalho desta quinta-feira mostrou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 5 mil, para 213 mil ajustados sazonalmente na semana encerrada em 10 de setembro.

Apesar da preocupação com uma possível recessão no próximo ano devido aos custos de empréstimos mais altos, não houve um aumento nas demissões. Economistas dizem que as empresas estão acumulando trabalhadores depois de enfrentar dificuldades para contratar no ano passado, quando a pandemia da Covid-19 forçou algumas pessoas a deixar o mercado de trabalho, em parte por causa de doenças prolongadas causadas pelo vírus.

(Reportagem de Lucia Mutikani)