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Vendas no varejo do Brasil sobem acima do esperado em março e fecham 1º tri com ganhos

Vendedora atende cliente em loja de São Paulo

Por Camila Moreira e Rodrigo Viga Gaier

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - O setor varejista do Brasil cresceu mais do que o esperado em março e fechou o primeiro trimestre com ganhos, mesmo diante da inflação elevada no país que corrói a confiança e a renda do consumidor.

No entanto, apesar de o setor ter registrado avanço nos três primeiros meses do ano, a recuperação ainda não é difundida entre as atividades, segundo o IBGE.

As vendas no varejo tiveram em março ganho de 1,0% na comparação com o mês anterior, contra expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,4%.

O dado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) leva o setor a encerrar o primeiro trimestre com ganho de 1,9% na comparação com os três meses anteriores, resultado mais alto nessa base de comparação desde o segundo trimestre de 2021 (+2,2%).

"A trajetória vinha sendo claudicante, irregular. Esses três meses de alta significam um trimestre forte, embora os crescimentos ainda não sejam homogêneos entre todas as atividades", explicou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

O resultado de março deixa o setor 2,6% acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o crescimento foi de 4,0%, ante uma previsão de alta de 2,10%.

"O avanço do emprego faz com que o rendimento aumente e ajuda o desempenho das vendas. Mas a inflação mais elevada é responsável para colocar uma trava no comércio, em algumas atividades em especial", disse Santos.

“A inflação afeta muito combustíveis e hiper e supermercados especialmente, mas impacta de uma maneira como um todo", completou.

Entre as oito atividades pesquisadas, seis tiveram ganhos na comparação com fevereiro. Os destaques foram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com ganho de 13,9%, e outros artigos de uso pessoal e doméstico, cujas vendas subiram 3,4% --nesse caso, houve boa contribuição das lojas de departamento.

"As grandes varejistas começaram a ensaiar uma retomada das lojas físicas, com expansão principalmente no Nordeste e Norte, mas em todo o país", disse Santos.

O comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, apresentou alta de 0,7% das vendas. O avanço de 2,2% de materiais de construção compensou o recuo de 0,1% em veículos.

Incluindo o varejo ampliado, o IBGE explicou que seis setores estão abaixo do patamar pré-pandemia, e quatro acima.

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