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Venda de cimento no Brasil sobe em março, mas perspectiva é incerta, diz Snic

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - A comercialização de cimento no Brasil em março subiu 34,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado, que teve resultado atingido pelos primeiros impactos das medidas de isolamento social, encerrando o primeiro trimestre com volume acima de um ano antes.

Segundo dados da entidade que representa fabricantes do material, a venda de cimento no Brasil em março somou 5,48 milhões de toneladas, alta de 17% sobre o comercializado no mês anterior.

No trimestre, as vendas somaram 15,3 milhões de toneladas, crescimento de 19% na comparação com os três primeiros meses de 2020, em um desempenho atribuído pelo Snic a uma base de comparação fraca com o ano passado.

"Apesar dos números absolutos apontarem para um crescimento robusto temos que ter cautela, pois como demonstra o resultado por dia útil na comparação dos últimos meses, houve uma retração de 6,3%, em razão da antecipação dos feriados, fechamento do comércio e queda da massa salarial", afirmou o presidente do Snic, Paulo Camillo Penna, em comunicado à imprensa.

Ele se referiu ao aperto de medidas de isolamento social que nos últimos chegaram a atingir o varejo de materiais de construção com ordens de fechamento de lojas em alguns Estados do país, incluindo São Paulo.

Por dia, útil, segundo o Snic, a venda de março caiu 6,3% ante fevereiro, para 170,1 mil toneladas.

Segundo a entidade, a redução do auxílio emergencial deve implicar uma desaceleração no ritmo de reformas, um dos principais canais de crescimento do consumo nos últimos meses. O setor também deve sentir impacto de aumento de obras imobiliárias paradas e de aumento na taxa de juros do país, acrescentou o Snic.