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Veja um “spoiler” de como será o fim do Sol nesta estrela a 1.370 anos-luz

·2 min de leitura

O Sol já chega aos 4,6 bilhões de anos e ainda há algumas dúvidas quanto a exatamente o que veríamos se estivéssemos aqui para ver seu fim. Mas, felizmente, é possível ter uma ideia do que esperar com a ajuda de outras estrelas parecidas com a nossa. Uma nova imagem do telescópio espacial Hubble mostra a NGC 2438, uma nebulosa planetária esférica formada por grandes nuvens de gás, ejetadas por uma estrela que está "morrendo" e é parecida com o Sol. Ou seja: o que está acontecendo por lá revela o que acontecerá por aqui.

A etapa em que a NGC 2438 está não deve durar mais que 10.000 anos e é o resultado de um longo processo parecido com o que aguarda nosso astro. Quando o Sol ficar sem hidrogênio para realizar a fusão nuclear, o núcleo começará a esfriar e se contrairá, afetando o equilíbrio delicado de pressão e gravidade, responsável por manter a estrutura da nossa estrela. Com isso, mais hidrogênio será formado na região que envolve o núcleo, criando uma espécie de escudo envolvendo a estrutura.

Na imagem, o azul representa o oxigênio; o hidrogênio aparece em verde; o nitrogênio, em laranja; e o vermelho indica enxofre (NASA, ESA, K. Knoll/NASA Goddard, S. Öttl/University of Innsbruck, et. al.; Gladys Kober/NASA/CUA)
Na imagem, o azul representa o oxigênio; o hidrogênio aparece em verde; o nitrogênio, em laranja; e o vermelho indica enxofre (NASA, ESA, K. Knoll/NASA Goddard, S. Öttl/University of Innsbruck, et. al.; Gladys Kober/NASA/CUA)

Esse processo irá gerar uma grande quantidade de energia, capaz de expandir as camadas mais externas do Sol. Então, chegará um momento em que a instabilidade será tanta que acabará causando uma série de erupções, capazes de ejetar grande parte da massa da estrela para o espaço e, no fim, o que resta é apenas uma anã branca, que brilha levemente com o calor que sobrou. No caso da NGC 2438, ela ainda está em uma etapa em que o material ejetado continua se expandindo para o espaço, à velocidade de 37 km/s.

Em mais alguns milhares de anos, esse material ficará fino demais para ser visto. Enquanto podemos observá-lo, encontramos também um “halo” brilhante que envolve o anel mais interno da nebulosa. Ele não aparece nesta imagem, mas pode ser frequentemente visto em nebulosas planetárias redondas. Um estudo recente sobre a NGC 2438 mostrou que o halo em questão está recebendo radiação ionizante da anã branca em seu centro, o que faz com que brilhe.

Fonte: Canaltech

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