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Veja quais são as tarifas do Pix para PJ no mercado

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Empresários individuais e MEI ficam isentos da cobrança de tarifas da modalidade. Foto: Getty Images.
Empresários individuais e MEI ficam isentos da cobrança de tarifas da modalidade. Foto: Getty Images.
  • Banco do Brasil, Itaú e Bradesco cobram cerca de R$ 150 por transação

  • Empresários individuais e MEI ficam isentos da cobrança de tarifas da modalidade

  • Bancos como Caixa, Inter e Nubank não cobram taxas de pessoas jurídicas

O Pix é uma modalidade de transferências e pagamentos que ganhou o brasileiro nos últimos meses. No entanto, mesmo sendo muito ágil e gratuita para pessoas físicas, os pequenos e médios empresários ainda têm que muitas vezes arcar com custos de operações.

Enquanto bancos como Caixa, Inter, Banrisul, Nubank e C6 isentam seus clientes pessoas jurídicas de pagar tarifas por transferências via Pix, outras instituições taxam seus usuários.

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É o caso do Banco do Brasil, do Itaú e do Bradesco. Dos três, o menos oneroso é o Banco do Brasil, que cobra até R$ 140 por operação. Logo após vem o Bradesco, que pode chegar a taxar os clientes em R$ 145 por transferência. O mais caro é o Itaú, em que os usuários podem chegar a pagar R$ 150 por transação via Pix.

Além das instituições bancárias, o PagSeguro é o serviço que mais taxa as transações de Pix de clientes pessoas jurídicas. Sem valor máximo para cada remessa digital, a tarifa por operação pode chegar a 1,89% do valor.

Dos bancos que não cobram por Pix para PJ, o C6 é o único que prevê passar a taxar as transações no futuro. A partir de 2023, o banco vai cobrar R$ 0,15 após 100 transações em maquininhas ou e-commerce.

As informações são do iG.

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