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Veja o que as empresas americanas estão dizendo sobre a revogação do aborto

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Protestos em frente à Suprema Corte Americana nesta sexta-feira, após os juízes revogarem decisão judicial sobre aborto (Photo by Yasin Ozturk/Anadolu Agency via Getty Images)
Protestos em frente à Suprema Corte Americana nesta sexta-feira, após os juízes revogarem decisão judicial sobre aborto (Photo by Yasin Ozturk/Anadolu Agency via Getty Images)
  • Roe v. Wade garantia o aborto enquanto um direito na esfera federal do país;

  • Sem a legislação, estados terão o poder de decidir quanto ao assunto;

  • Empresas se posicionaram perante seus funcionários e em suas redes.

Com a revogação da decisão jurídica de Roe v. Wade, que garantiu o acesso ao aborto legalizado em todo território nacional dos Estados Unidos, muitas das maiores empresas americanas estão se posicionando perante seus consumidores e seus funcionários. Veja o que elas estão fazendo.

Amazon

A gigante do varejo e do armazenamento em nuvem afirmou publicamente que irá cobrir os custos de viagem de funcionários que vivem em estados onde o procedimento se tornar ilegal.

Apple

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a gigante de tecnologia irá cobrir os custos de funcionários que “viajam para fora do estado para obter assistência médica se não estiverem disponíveis em seu estado de origem”.

Condé Nast

O CEO da gigante do mercado editorial, Roger Lynch, afirmou em um e-mail para seus funcionários que a maior resposta que a empresa pode dar será através de suas revistas e canais e suas "lentes editoriais".

A empresa também anunciou que irá ajudar os funcionários e seus dependentes a obter acesso a cuidados reprodutivos "independentemente de onde residam".

CVS

Perguntada pela publicação americana Business Insider, a gigante farmacêutica afirmou que continuará a fornecer a seus funcionários a opção de buscar tratamentos médicos e farmacêuticos "que melhor atendam às suas necessidades, incluindo a disponibilização de cuidados fora do estado".

Disney

Um porta-voz da empresa afirmou que a gigante do entretenimento se comunicou diretamente com seus funcionários, afirmando que o benefício de saúde da empresa irá cobrir decisões relacionadas à gravidez.

JPMorgan Chase

De acordo com o canal de notícias CNBC, o banco de investimentos assegurou a seus funcionários que irá pagar pelas viagens de funcionários a outros estados que necessitarem realizar abortos.

Meta

A gigante de tecnologia afirmou que irá reembolsar os gastos feitos com viagens para fora do estado de funcionários que buscarem cuidados médicos reprodutivos.

Em publicação na rede, a diretora de operações, Sheryl Sandberg publicou que cresceu ouvindo histórias da mãe sobre como era a situação antes da decisão judicial Roe v. Wade e que "nunca pensei que o passado da minha mãe se tornaria o futuro das minhas filhas".

"A decisão da Suprema Corte coloca em risco a saúde e a vida de milhões de meninas e mulheres em todo o país", disse a executiva sobre a decisão.

Microsoft

A gigante americana já havia anunciado a seus funcionários que iria ajudar a cobrir os custos de trabalhadores que terão que viajar pra ter acesso ao aborto legalizado.

Netflix

A gigante do streaming disse ao Business Insider que a empresa planeja cobrir os custos para qualquer empregado que seja forçado a viajar para realizar um aborto.

Starbucks

Vice-presidente executiva da rede mundial de cafeterias, Sara Kelly, escreveu em uma carta aberta aos funcionários da empresa que "como muitos de vocês, estou profundamente preocupado com o projeto de parecer da Suprema Corte relacionado ao direito constitucional ao aborto", afirmou. "Independentemente do que o Supremo Tribunal acabe decidindo, sempre garantiremos que nossos parceiros tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade."

Tesla

Representantes da empresa de Elon Musk afirmaram ainda em Maio, quando os boatos da possível revogação jurídica saíram ao público, que a montadora do Texas iria pagar a conta das viagens que seus funcionários realizarem para receber "serviços de saúde".

Yahoo

O Yahoo anunciou a seus funcionários em maio que a empresa vai oferecer reembolso de até US$ 5 mil em viagens e hospedagem para qualquer pessoa que tenha que viajar mais de 160 quilômetros para acessar procedimentos médicos.

YouTube

CEO da gigante de tecnologia, Susan Wojcicki, afirmou à revista Fortune, também em Maio, que direitos reprodutivos são direitos humanos, e tirar uma lei e um direito que temos há quase 50 anos será um grande revés para as mulheres."

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