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Veja o desempenho do PIB de vários países no 1º trimestre de 2022

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 26-12-2021 - A economia brasileira cresceu 4,6% em 2021, após tombo de 3,9% em 2020. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 26-12-2021 - A economia brasileira cresceu 4,6% em 2021, após tombo de 3,9% em 2020. (Foto: Bruno Santos/ Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em um cenário de forte inflação e aumento dos juros, o PIB (Produto Interno Bruto) de diversos países teve um desempenho mais fraco no primeiro trimestre de 2022 na comparação com os três últimos meses de 2021, indicam dados coletados pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em uma lista com 28 nações.

Nesta quinta-feira (2), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o PIB do Brasil no primeiro trimestre cresceu 1%, em um patamar semelhante ao de México (1,2%) e Colômbia (1,0%).

No setor externo, as exportações de bens e serviços do Brasil cresceram 5,0%, enquanto as importações caíram 4,6% em relação ao quarto trimestre de 2021.

No mesmo período, o PIB português avançou 2,6%. Em seguida, aparecem três outros países europeus: a Áustria, com crescimento de 2,5% no primeiro trimestre, a Hungria (2,1%) e a Letônia (2,1%).

Na média, o PIB dos países da OCDE cresceu 0,1% no primeiro trimestre de 2022 ante o anterior. O resultado representa uma aguda desaceleração em relação ao ganho de 1,2% registrado nos três meses finais de 2021.

Três países do grupo tiveram desempenho negativo: Estados Unidos (-0,4%), Itália (-0,2%) e Japão (-0,2%).

Os analistas apontam que a conjuntura internacional é preocupante e foi profundamente agravada pela Guerra da Ucrânia, que teve início em fevereiro, e também pesaram as novas interrupções nas cadeias de fornecimento, ainda por conta da pandemia.

O conflito no leste da Europa provocou alta de preços de alimentos e de energia, que também prejudicaram a renda das famílias. Os bancos centrais de diferentes países, por sua vez, aumentaram as taxas de juros em resposta.

Com inflação anualizada de 7,4% em abril, os preços da zona do euro dispararam, enquanto a renda dos cidadãos não conseguiu acompanhar. Esse movimento abala os padrões de vida e limita o consumo e a recuperação pós-pandemia.

Em países emergentes, analistas esperam crises de abastecimento e aumento no número de pessoas em situação de insegurança alimentar.

No período, também puxou para baixo o desempenho das economias dos Estados Unidos e do Japão.

No caso americano, olhando para a frente, a inflação acelerada e a diminuição do apoio fiscal apontam para um crescimento mais moderado nos gastos para o resto do ano. Além disso, taxas de juros mais altas podem, em algum momento, levar as empresas a cortar investimentos.

Outros potenciais ventos contrários para a economia dos EUA incluem os efeitos negativos da Guerra da Ucrânia, a deterioração das perspectivas de crescimento na Europa, a escassez de matérias-primas e os persistentes gargalos da cadeia de suprimentos.

Segundo Robin Brooks, economista chefe do Instituto de Finanças Internacionais, disse ao jornal Financial Times, a confluência de choques indica que a economia mundial já enfrenta problemas. "Estamos vivendo mais um período de medo de recessão, exceto que desta vez o risco pode ser real."

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