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Veja novas fotos de Marte tiradas pelo rover Zhurong

No dia 10 de julho deste ano, a Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla inglês) divulgou cinco novos registros de Marte feitos pelo seu rover Zhurong. Desde que pousou em Utopia Planitia, uma região ao norte do planeta, em 14 maio, o laboratório móvel chinês tem examinado a superfície marciana e sua atmosfera, e também procurado por evidências de água. Munido de vários equipamentos, o rover se comunica com a Terra por intermédio do orbitador da missão Tianwen-1.

O novo conjunto de imagens do rover Zhurong revela parte de Utopia Planitia, a maior bacia de impacto conhecida em Marte, com um diâmetro estimado de 3.300 km, ao norte do planeta — aliás, mesma região onde pousou a sonda Viking 2, da NASA, em 1976. As primeiras fotografias mostram o característico terreno marciano avermelhado e o que parecem ser parte de seus instrumentos de análise de superfície e clima, além de seus painéis solares.

(Imagem: Reprodução/CNSA)
(Imagem: Reprodução/CNSA)

As outras duas imagens mostram algumas rochas marcianas e a marca das rodas do Zhurong. A CNSA tem se mantido em silencio quanto aos próximos passos de seu rover, então esses novos registros chegam como uma atualização da missão chinesa Tianwen-1, a qual envolve a sonda orbital — em órbita desde fevereiro —, a plataforma de pouso e o rover. Em seus mais de 54 dias no Planeta Vermelho, o Zhurong já percorreu aproximadamente 410 metros enquanto se desloca para o sul de Utopia Planitia.

O veículo não representa apenas o sucesso da primeira missão interplanetária chinesa, mas também é responsável por fazer da China o segundo país a pousar e operar um rover em Marte. Até agora, o robô já registrou imagens com sua câmera de navegação e conduziu pesquisas científicas através de seu radar de superfície, monitor de climas e suas ferramentas de detecção de campo magnético.

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No último dia 11 de junho, o orbitador da missão Tianwen-1 completou 353 dias em operação na órbita de Marte. A distância entre a Terra e o Planeta Vermelho, no momento, é de cerca de 370,5 milhões de quilômetros. A Tianwen-1 tem como objetivo entender a geologia do planeta, bem como o que pode existir por debaixo de sua superfície — e coloca a China em destaque no cenário da exploração espacial.

Fonte: Canaltech

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