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Veja a dieta ideal que ajuda a evitar doenças do coração, mais comuns no inverno

·2 minuto de leitura

Você sabia que no inverno temos mais chances de ter problemas cardíacos? Segundo a Associação Americana do Coração, a probabilidade de incidência é 25% maior em baixas temperaturas. Pensando em uma forma de minimizar os riscos de doenças, a Sociedade Europeia de Cardiologia fez uma revisão de diversos estudos para lançar um guia de alimentação saudável, que protege o coração.

De acordo com o cardiologista Ricardo Alonso, da Clínica Felippe Mattoso, essa tendência na estação mais fria do ano acontece porque a exposição à baixa temperatura sobrecarrega o sistema cardiovascular, pois força reações fisiológicas para manter o corpo aquecido. Além disso, a maior frequência de doenças respiratórias e a presença de infecções podem aumentar o risco de doenças do coração, como enfarte e AVC.

— Para evitar que isso aconteça, precisamos manter hábitos saudáveis. Principalmente nessa época do ano, a tendência é de que as pessoas se esqueçam de beber bastante água, praticar atividades físicas e passem a consumir alimentos mais calóricos — aponta o especialista.

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O cardápio de uma pessoa adulta e saudável que quer prevenir doenças do coração deve ter poucos alimentos de origem animal e sal. Em contrapartida, a ingestão de vegetais — como grãos, frutas, verduras e legumes — deve aumentar. Além disso, gorduras animais, como a manteiga, precisam ser substituídas por azeite de oliva e outros óleos ricos em gordura insaturada.

A partir de uma revisão de pesquisas, o guia da dieta saudável e boa para o coração traz algumas novidades. Por exemplo, quando o assunto é proteína animal, carne, frango e peixe têm lá suas diferenças. Novas evidências apontam que carne processada, como bacon, pode aumentar o risco de doenças assim como a vermelha — embora em menor grau. Já aves e peixes, com consumo moderado, podem ser neutros nessa relação.

Laticínios talvez não sejam tão vilões quanto se pensava. De acordo com o guia da Sociedade Europeia de Cardiologia, o uso de produtos com baixo teor de gordura podem ter o mesmo efeito daqueles com alto teor, quando consumidos em quantidades moderadas em uma dieta balanceada, não aumentando as chances de doenças cardiovasculares. Pequenas quantidades de queijo e o consumo regular de iogurte podem até ter um efeito protetor.

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Quanto às bebidas, diminuir o café e até mesmo o chá são boas pedidas. Já os refrigerantes possuem relação direta com o aumento de problemas no coração. Segundo o guia da Sociedade Europeia, uma taça de vinho ou uma latinha de cerveja por dia também estão liberadas.

— Se eu falar para uma pessoa que come sete vezes carne vermelha na semana que ela só pode comer duas, não dá certo. A mudança tem que ser factível com a sua realidade e acontecer de maneira gradativa, senão ela não será duradoura — esclarece a nutricionista Karin Sarkis, do Grupo Fleury.

*Estagiária sob supervisão de Ana Carolina de Souza

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