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Veja como escolher o melhor eletrodoméstico para a sua casa antes de gastar na Black Friday

Patricia Valle
·2 minuto de leitura
Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo

A Black Friday é o momento de pesquisar o preço para conseguir o melhor desconto no produto desejado. Uma das categorias mais procuradas nesta época é a de eletrodomésticos, com 50,9% das intenções de compra, segundo um levantamento do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ). Mas, antes de comprar o equipamento, o consumidor precisa escolher o modelo que melhor atende as suas necessidades e verificar o custo de uso do equipamento. Às vezes, o produto mais barato pode acabar saindo bem mais caro.

Os especialistas apontam que não se pode comprar no susto, nem analisar o produto, que pode estar barato, mas pode não ser o que o consumidor está esperando e decepcionar. Outra dica, é que nem sempre o produto mais caro é o melhor.

— A qualidade não tem nada a ver com o preço. Nós fazemos testes com produtos há muito tempo que mostram isso. E as pessoas podem verificar isso com resenhas e os nossos testes que estão no site e nas redes. Pesquisa antes é fundamental — afirma Thiago Silva, técnico e representante da PROTESTE.

Em eletrônicos, também é preciso ficar de olho no custo de energia. Muitas vezes, os aparelhos que estão na promoção são linhas antigas que os varejistas querem despachar e que consomem mais energia. No fim, o desconto no equipamento pode ser ultrapassado por um gasto bem maior de energia. O consumidor precisa ficar atento ao consumo de Kw/h dos equipamentos, principalmente os de uso intensivo, como geladeira e ar-condicionado, que podem ter grande impacto na conta de luz.

Para ajudar o consumidor a comparar o custo energético o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) criou uma calculadora em que é possível selecionar os modelos dos eletrônicos e ver quanto podem custar na conta de luz. É só acessar o site e colocar os modelos e a região em que serão utilizados.

— As pessoas precisam entender que o valor na hora da compra do produto é apenas o início. Tão ou mais importante é o que precisamos para utilizá-lo. Em alguns casos, o custo energético pode até mesmo inviabilizar o uso do produto da forma como o consumidor gostaria ou representar uma despesa alta no longo prazo — afirma Clauber Leite, coordenador do Programa de Energia do Idec.

É preciso também ficar atento a que tipo de modelo atenderá a demanda pessoal e se o equipamento suporta novas versões de atualizações. Em celulares e celulares, por exemplo, um modelo antigo pode ficar obsoleto rápido e não atender mais a necessidade do consumidor.

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