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Vasos sanguíneos pequenos aumentam risco de infarto, aponta estudo

·2 minuto de leitura
Vasos sanguíneos pequenos aumentam risco de infarto, aponta estudo
Vasos sanguíneos pequenos aumentam risco de infarto, aponta estudo

Um estudo internacional mostrou que dores no peito causadas por problemas relacionados a vasos sanguíneos muito pequenos podem aumentar o risco de infarto. Além disso, os riscos de derrames e mortes por doenças cardiovasculares também são elevados em quem tem essa condição. Isso pode representar um sério problema de saúde global e ainda pouco conhecido e estudado por autoridades médicas.

Os pesquisadores recrutaram 686 pacientes de 14 instituições espalhadas por sete países de quatro continentes diferentes. As análises, que foram realizadas entre julho de 2015 e dezembro de 2018, buscavam estudar a angina microvascular (síndrome X). Até hoje, essa síndrome era considerada uma doença benigna e que ocorre principalmente em mulheres.

Esquema mostra a diferença entre uma artéria normal e uma outra de tamanho reduzido. Crédito: European Heart Journal
Esquema mostra a diferença entre uma artéria normal e uma outra de tamanho reduzido. Crédito: European Heart Journal

Porém, o estudo mostrou que eventos como acidentes vasculares cerebrais (AVC), ataques cardíacos e hospitalizações por dores no peito ocorreram em quase 8% dos pacientes com essa condição. Segundo os pesquisadores, homens e mulheres foram afetados quase que igualmente e outros fatores, como a etnia, também não mudaram os prognósticos.

Baixo número de diagnósticos

A síndrome X é uma doença relativamente nova, tendo seus critérios de diagnóstico propostos apenas em 2018. Os sintomas podem ser similares aos de um ataque cardíaco, como dores no peito e falta de ar, o que pode levar a internação hospitalar. Porém, alguns testes como eletrocardiogramas não são capazes de detectar problemas significativos no ritmo cardíaco ou nas principais artérias coronárias. Sendo assim, muitas vezes a doença não é diagnosticada.

“A angina microvascular é uma área pouco pesquisada, em parte porque nenhuma definição universal definitiva estava disponível”, disse o autor principal do estudo, Hiroaki Shimokawa, ao Medical Xpress. “Em parte, porque os cardiologistas estão principalmente interessados ​​nos grandes artérias coronárias, mas não os vasos menores que também fazem parte da circulação coronária”.

“Como resultado, muitos pacientes com síndrome X são diagnosticados erroneamente como tendo distúrbios pós-menopáusicos ou um desequilíbrio do sistema nervoso”. Atualmente, o número de pacientes com a síndrome X é de um número igual ou maior do que o de pacientes com câncer de mama, o que a torna um problema global importante.

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Durante o período de acompanhamento, ocorreram 78 casos de morte ou hospitalizações por conta de problemas cardiovasculares graves, como infarto ou derrame cerebral. A análise também mostrou que pressão arterial alta, história prévia de doenças arteriais coronarianas e angina estável aumentaram a incidência de eventos cardiovasculares mais graves.

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