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Variante Delta se ‘agarra’ mais facilmente às células do corpo, diz especialista

·2 minuto de leitura
Variante Delta se ‘agarra’ mais facilmente às células do corpo, diz especialista
Variante Delta se ‘agarra’ mais facilmente às células do corpo, diz especialista

De acordo com o Dr. Jacob John, que estuda varios vírus no Christian Medical College, em Vellore, no sul da Índia, a variante Delta, conhecida também como B.1.617.2 e que foi detectada pela primeira vez na Índia, é um subtipo do coronavírus que se espalha mais facilmente devido a sua mutação, que a torna mais ágil ao “agarrar” as células do nosso corpo.

Segundo o Medical Xpress, no Reino Unido, a variante já é responsável por 90% dos casos de infecções e nos Estados Unidos já representa 20% das infecções.

Durante uma coletiva de imprensa na última sexta-feira (18), a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dra. Soumya Swaminathan, afirmou que “a variante Delta está a caminho de se tornar a variante globalmente dominante por causa de sua transmissibilidade significativamente aumentada.”

Variante Delta se ‘agarra’ mais facilmente às células do corpo, diz especialista. Imagem: Shuterstock
Variante Delta se ‘agarra’ mais facilmente às células do corpo, diz especialista. Imagem: Shuterstock

A cepa já pode ser encontrada em 80 países e, de acordo com um outro estudo, a Delta pode ser até 60% mais contagiosa do que a variante Alpha, identificada pela primeira vez no Reino Unido. No entanto, segundo o Dr. John, ainda não podemos afirmar que a variante deixa as pessoas mais doentes, apesar do seu alto grau de transmissibilidade.

Mutações em vírus não é uma novidade e não é tão preocupante, já que se trata de uma ação natural. Porém, existem variantes que se tornam, de certo modo, mais fortes e contagiosas porque passam por uma evolução que as modificam e as tornam capaz de causar doenças mais graves e até de escapar da ação das vacinas.

Leia mais!

Atualmente, estudos têm mostrado que as vacinas desenvolvidas têm grande eficácia contra as cepas do coronavírus. No entanto, a importância de tomar as duas doses, no caso dos imunizantes fragmentados, como as vacinas da AstraZeneca e Pfizer, é primordial. Segundo uma pesquisa realizada na Inglaterra, pessoas que tomaram apenas uma dose da vacina não alcançaram proteção total contra a doença.

Com isso, especialistas alertam para a importância de receber as duas aplicações, bem como chamam atenção para as autoridades e responsáveis pelos tramites da vacina, que precisam, de forma rápida, ser globalmente acessíveis.

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