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Variante delta: EUA mantêm restrições de viagens aéreas diretas com o Brasil

·2 minuto de leitura

Diante do aumento de casos da variante Delta ( B.1.671.2) do coronavírus SARS-CoV-2 nos Estados Unidos e no mundo, as autoridades locais não planejam suspender as restrições de viagens existentes "neste momento", segundo um funcionário da Casa Branca. No Brasil, voos diretos estão suspensos desde o ano passado e, provavelmente, continuarão pelas próximas semanas por causa da COVID-19.

"Dado onde estamos hoje com a variante Delta, os Estados Unidos manterão as restrições de viagens existentes neste momento", disse o funcionário para a Reuters. Isso porque a variante descoberta primeiro na Índia preocupa tanto o cenário epidemiológico interno do país quanto o global.

EUA manterão restrição para viagens internacionais, incluindo o Brasil (Imagem: Reprodução/Chalabala/Envato Elements)
EUA manterão restrição para viagens internacionais, incluindo o Brasil (Imagem: Reprodução/Chalabala/Envato Elements)

Segundo a diretora do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Rochelle Walensky, a média de novos casos da COVID-19 na última semana aumentou 53% em relação à semana anterior. Atualmente, a variante Delta do coronavírus, considerada mais infecciosa, é responsável por mais de 80% dos novos casos em todo o país.

Viagens internacionais para os EUA

Com a permanência da restrição, as companhias aéreas norte-americanas e do setor de turismo do país devem continuar a enfrentar dificuldades financeiras. Inclusive, empresas deste mercado trabalhavam, há meses, em um lobby junto à Casa Branca pela revogação das restrições impostas pela COVID-19.

Atualmente, os EUA proíbem a entrada de praticamente todos os viajantes que não são cidadãos norte-americanos. Além disso, apenas alguns países podem realizar voos diretos para o país e, na maioria dos casos, um viajante do exterior só pode entrar nos EUA após quarentena de 14 dias em outro local. Isso vale para Irlanda, China, Índia, África do Sul, Irã e Brasil, por exemplo.

Até o momento, as autoridades dos EUA não forneceram qualquer métrica ou previsão de quando as restrições das viagens internacionais serão flexibilizadas para a entrada no país. No futuro, é possível que sejam liberadas alguns países inicialmente e, em outro momento, outras nações. Outra opção é liberar a entrada apenas de viajantes completamente imunizados contra a COVID-19. No entanto, a questão ainda é incerta.

Fonte: Canaltech

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