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Variante Delta do coronavírus pode se tornar predominante no Brasil, pontua OMS

·1 minuto de leitura

A propagação da variante Delta do coronavírus vem trazendo preocupações a mais na forma em que lidamos com a pandemia. A cepa, que se originou na Índia e vem se espalhando pelo Brasil, já pode representar uma ameaça de dominância, segundo declaração da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Por enquanto, ainda não há informações se a cepa é mais perigosa do que a original, apenas que é mais transmissível. Então, para evitar que haja mais contaminações, é preciso retomar com as normas de distanciamento social adequadas, o que já foi afrouxado há algum tempo. Também é preciso incentivar o uso de máscaras mais seguras, como as PFF2, que são essenciais para o combate às variantes.

<em>Imagem: Reprodução/Freepik</em>
Imagem: Reprodução/Freepik

Jairo Mendez Rico, assessor regional em Enfermidades Virais da Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e da OMS, é o autor das declarações sobre a predominância da variante. Para o especialista, as vacinas atuais são opções poderosas para combater as cepas, e que ainda não é necessário recomendar uma terceira dose para reforçar a proteção.

"A variante Delta mostrou ter uma capacidade de transmissão maior em comparação com outras variantes preocupantes, como a alpha ou a gama; mas até o momento não existem evidências que permitam inferir um comportamento mais agressivo ou severo dessa variante. Claro que, se o número de casos aumenta, também aumenta a proporção daqueles que podem ser graves ou exigir internação hospitalar", contou Rico para o Valor.

O especialista também pontua que nenhuma vacina é 100% eficaz, justificando a necessidade de continuar com uso de máscaras adequadas de proteção, além de isolamento e distanciamento físico e quarentena. Tudo isso, claro, em complemento com a vacina.

Fonte: Canaltech

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