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Varíola dos macacos no Rio Grande do Sul e o que sabemos sobre o possível caso

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Após casos da varíola dos macacos (monkeypox) serem identificados em mais de 20 países, o Brasil registra dois casos suspeitos da infecção. No momento, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional) monitora um paciente na capital do Rio Grande Sul, a cidade de Porto Alegre. Este pode ser o terceiro possível caso do país, ainda não reconhecido pelo Ministério da Saúde.

O paciente suspeito da infecção pela varíola dos macacos é um homem. Recentemente, ele viajou para Portugal, onde teria, muito possivelmente, adquirido a infecção. Na manhã desta segunda-feira (30), amostras do paciente foram coletadas para confirmar (ou não) a doença.

Possível caso suspeito da varíola dos macacos é investigado no Rio Grande do Sul (Imagem: CDC)
Possível caso suspeito da varíola dos macacos é investigado no Rio Grande do Sul (Imagem: CDC)

"O mais importante agora é investigar para descobrir se é ou não. Para isso, é utilizado uma técnica chamada de PCR, a mesma do teste para a covid-19. São coletadas amostras das feridas da pele, que são infectantes, e é verificado se o vírus da varíola dos macacos está presente ali", explica o médico Salmo Raskin, diretor do laboratório Genetika, para o jornal O Globo.

O que sabemos sobre a suspeita da varíola dos macacos?

Suspeito de ter contraído a varíola dos macacos, o paciente desembarcou no Brasil no dia 10 de maio, após uma temporada em Portugal. No último sábado (28), o paciente informou que o quadro estava melhorando.

As lesões e erupções na pele apareceram, segundo o relato, no dia 20 deste mês. Além disso, o possível primeiro caso brasileiro da infecção apresentou calafrios, febre, fraqueza física, dor de cabeça e aumento dos gânglios linfáticos.

Segundo apuração do jornal, o CIEVS Nacional foi notificado sobre o caso há uma semana e, desde então, analisa o quadro do paciente. No momento, o Ministério da Saúde ainda não o enquadra na lista de casos suspeitos da doença.

"A reavaliação está sendo feita de acordo com os critérios de definição. Até o momento, não há confirmação do rumor como caso suspeito", informou a Saúde, segundo o G1.

Fonte: Canaltech

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