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As vantagens e desvantagens da parceria Lula e Alckmin

·2 min de leitura

A possibilidade de uma união entre o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, de saída do PSDB, tem movimentado o cenário político para as eleições de 2022. A formação de uma chapa presidencial com os dois nomes pode desagradar seus eleitores mais fiéis, mas também trazer benefícios aos políticos na disputa. Enquanto, para Lula, o gesto pode ajudá-lo a sinalizar que não adotará uma postura radical caso saia vitorioso; para Alckmin, o desempenho esperado do petista nas urnas pode ser uma boa aposta para levá-lo de volta à Brasília. “Eu quero construir uma chapa para ganhar as eleições”, declarou o petista nesta semana, à Rádio Gaúcha, sobre a parceria com o ex-governador.

Aceno ao centro

A chapa com Alckmin sinalizaria que o petista não está disposto a radicalizar. Na economia, pode ajudar a construir um caminho de moderação. Em São Paulo, as gestões Alckmin foram marcadas por corte de gastos e controle de despesas. Também ajudaria Lula a convencer o eleitor de que pode unir o país, já que teria ao seu lado um antigo adversário.

Base descontente

Setores petistas consideram Alckmin um político ultraconservador e defensor de bandeiras criticadas pelo partido, como as privatizações. O sindicato dos professores estaduais de São Paulo, ligado ao PT, por exemplo, fez oposição vigorosa às gestões de Alckmin.

Gesto histórico

Ao aceitar compor uma chapa com o adversário com quem travou uma batalha dura na eleição de 2006, Alckmin mostraria que a necessidade de derrotar Bolsonaro está acima das divergências políticas que possui com o petista. Diante dos números apontados pelas pesquisas, a disputa federal como vice seria mais tranquila do que a estadual para o ex-governador.

Eleitorado descontente

Alckmin sempre teve força eleitoral em redutos conservadores do interior de São Paulo. Aliados relatam que, desde que surgiram as primeiras notícias sobre a possível aliança, houve forte questionamento dessa base, principalmente por causa dos escândalos de corrupção que marcaram os governos do PT. A avaliação é que o flerte com Lula pode ser prejudicial caso Alckmin opte por concorrer a governador.

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