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Valor do Auxílio Brasil não compra uma cesta básica

·3 min de leitura
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - MARCH 29: Maria Jose de Andrade, 41, walks with a package of donated food in favela de Manguinhos on March 29, 2021 in Rio de Janeiro, Brazil. Maria was unable to receive the government emergency aid during the coronavirus (COVID-19) pandemic due to being part of the 'Bolsa Familia' program, which assists low-income families in Brazil. Currently, she complements her family food through food donations. (Photo by Bruna Prado/Getty Images)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - MARCH 29: Maria Jose de Andrade, 41, walks with a package of donated food in favela de Manguinhos on March 29, 2021 in Rio de Janeiro, Brazil. Maria was unable to receive the government emergency aid during the coronavirus (COVID-19) pandemic due to being part of the 'Bolsa Familia' program, which assists low-income families in Brazil. Currently, she complements her family food through food donations. (Photo by Bruna Prado/Getty Images)
  • Levantamento feito pelo Dieese revela aumento da cesta básica em 11 capitais;

  • Inflação foi a grande causa nos aumentos dos alimentos e não tem previsão de queda;

  • Auxílio Brasil irá substituir o Bolsa Família no próximo mês;

O Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família a partir do próximo mês, não conseguirá bancar uma cesta básica em nenhuma das 27 capitais do país. Foi o que revelou o levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nas grandes cidades do país, publicado no jornal Agora São Paulo.

Com a disparada no preço dos alimentos causada pela inflação, o levantamento do Dieese revelou que o custo médio da cesta básica subiu em 11 cidades em setembro, e que além desse detalhe, não há uma tendência de queda para os próximos meses. 

Vale lembrar que a cesta básica, segundo o Dieese, leva em conta o decreto que determinou que a cesta de alimentos fosse composta por 13 produtos alimentícios em quantidades suficientes para garantir, durante um mês, o sustento e o bem-estar de um trabalhador em idade adulta.

De acordo com informações do Ministério da Cidadania, o governo federal vai reajustar os valores dos benefícios pagos atualmente pelo Bolsa Família e concederá um complemento no valor do Auxílio Brasil, a ser aprovado pelo Congresso Nacional, assegurando uma renda de, pelo menos, R$ 400 para cada família, por mês, até 2022, para quem for habilitado a receber o benefício

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O levantamento do Dieese revelou que a cesta básica mais barata registrada em setembro foi em Aracaju, custando mais de R$ 454, pouco superior ao valor do Auxílio concedido pelo governo. A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 673,45), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 672,39), Florianópolis (R$ 662,85), Rio de Janeiro (R$ 643,06), e Vitória (R$ 633,03), entre as cinco primeiras colocadas.

"Com o Auxílio Brasil, poderia-se comprar, atualmente, aproximadamente 60% de uma cesta básica. Entretanto, o valor da cesta básica vem crescendo a um ritmo acelerado", afirma Alex Mondl von Metzen, consultor da AGR Consultores. "Assumindo que essa tendência inflacionária se mantenha em São Paulo até dezembro, a cesta poderia vir a custar R$ 757,75 e o auxílio Brasil seria suficiente para comprar 52,8% dela. A inflação, no entanto, parece estar acelerando", completou o economista, em entrevista ao jornal Agora São Paulo.

Segundo prévia da inflação divulgada nesta terça (26) pelo IPCA, o indicador voltou a acelerar e teve variação de 1,20%, a maior para um mês de outubro desde 1995, e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016. O aumento na conta de energia elétrica foi o que provocou o maior impacto na elevação, além dos combustíveis e dos alimentos.

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