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Vale investirá US$2,3 bi em 4 plantas de filtragem entre 2020 e 2024

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Logo da Vale fotografado em Minas Gerais

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale iniciou, de forma gradual, a operação da planta de filtragem de rejeitos do Complexo Vargem Grande, a primeira de quatro que serão instaladas nas operações da companhia, em Minas Gerais, com investimentos de 2,3 bilhões de dólares entre 2020 e 2024.

Em comunicado, a mineradora afirmou nesta terça-feira que o início da operação reduz a necessidade de utilização de barragens de rejeitos e ainda permitirá uma melhora da qualidade média do portfólio de produtos da Vale com o uso do processamento a úmido no site.

"O início das operações de filtragem de rejeitos em Vargem Grande é mais um passo na estabilização de produção de minério de ferro e no caminho para o retorno da capacidade produtiva de 400 milhões de toneladas por ano no final de 2022", disse a Vale no comunicado.

A Vale reiterou que a adição de 4 milhões de toneladas por ano de capacidade em Vargem Grande ocorrerá a partir do terceiro trimestre de 2021 junto ao "start-up" da barragem Maravilhas III, que se encontra em fase final de construção e receberá apenas o rejeito ultrafino das usinas, equivalente a aproximadamente 30% do rejeito total gerado desta operação.

A companhia detalhou que, no processo de filtragem, a água presente nos rejeitos de minério de ferro é reduzida, permitindo que a maior parte do material seja empilhado em estado sólido, reduzindo-se, portanto, a dependência por barragens.

Ainda neste ano, a empresa planeja iniciar a operação de uma primeira planta de filtragem no Complexo de Itabira. Em 2022, estão previstas as operações da segunda planta de filtragem no Complexo Itabira e a primeira do site Brucutu.

As quatro plantas de filtragem de rejeito atenderão usinas de beneficiamento que totalizam uma capacidade de processar 64 milhões de toneladas por ano de minério de ferro.

A companhia acelerou projetos que visam a redução do uso de barragens depois do rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho (MG), há pouco mais de dois anos.

(Por Marta Nogueira)