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Vale e siderúrgicas conduzem Ibovespa de volta para mais de 112 mil pontos

·2 minuto de leitura

Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - Ações de Vale e de siderúrgicas lideravam nesta quarta-feira os ganhos do Ibovespa, refletindo alívio com medidas na China para tentar debelar efeitos de possível quebra da gigante imobiliária Evergrande, enquanto o foco do mercado se voltava para novidades de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.

Às 12:06, o Ibovespa mostrava valorização de 1,68%, aos 112.104,07 pontos. O giro financeiro da sessão somava 12,26 bilhões de reais.

Notícias de que a Evergrande fez acordo para evitar um calote a credores na quinta-feira e de que o governo chinês organiza assumir a companhia e cindi-la tiraram o maior peso recente dos ativos de risco, elevando cotações de commodities e de índices de ações pelo mundo.

Com isso, investidores voltavam a concentrar as preocupações no que indicará o Fed, autoridade monetária dos Estados Unidos, após sua reunião nesta tarde, podendo "sinalizar algo sobre a retirada de estímulos no finalzinho do ano", afirmou Alvaro Bandeira, economista-chefe do banco digital Modalmais, em nota.

No plano doméstico, a agenda econômica mais importante do dia é a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que após o fechamento deve anunciar alta de 1 ponto na taxa básica de juro, a 6,25% ao ano, segundo consenso do mercado.

DESTAQUES

- VALE disparava 4,2%, com as cotações do minério de ferro reagindo diante do alívio com o caso Evergrande e seus possíveis desdobramentos para o setor imobiliário chinês e, claro, das exportações da companhia para aquele mercado. Assim, o corte do preço alvo do ADR da companhia pelo Bank of America e pela Jefferies ficou em segundo plano.

- Pelo mesmo caminho iam as siderúrgicas, com Usiminas avançando 8,35%, GERDAU acelerando 6,75%, e CSN, com ganho de 3,48%.

- EMBRAER tinha acréscimo de 5,2%, liderando os ganhos do setor aéreo, em meio a repetidos sinais de recuperação do segmento, além de planos de expansão para mobilidade urbana nos próximos anos. AZUL crescia 6,6% e GOL era elevada em 4,4%.

- BANCO PAN puxava a fila do setor financeiro, subindo 5%, seguida por BANCO INTER, com avanço de 4,15%. ITAÚ UNIBANCO tinha incremento de 2,1% e BRADESCO era valorizada em 2%.

- PETROBRAS era apreciada em 2,5%, por sua vez refletindo o aumento da cotação do barril do petróleo. PETROBRIO ganhava 4,1%.

- VIA ia na contramão, caindo 2,4% e devolvendo parte da escalada na véspera quando anunciou que atingiu mais de 100 mil vendedores terceiros em sua plataforma em agosto. As perdas atingiam boa parte do setor ligado a consumo doméstico, com MAGAZINE LUIZA em baixa de 0,7%.

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