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Vai uma canjinha aí? Serginho Coelho soma 330 mil visualizações de seus vídeos musicais nas redes

·2 minuto de leitura

RIO — Canja de galinha não faz mal a ninguém, já diz Jorge Ben Jor na música “Engenho de Dentro”. E canja de Coelho? Tem feito bem a muita gente que vem acompanhando o promotor cultural, ator e cantor Serginho Coelho e seus vídeos nas redes sociais, que já somam 330 mil visualizações. A receita da iguaria? Um celular usado, um notebook, um cavaquinho, um aplicativo de gravação, outro de edição de imagens e um Coelho.

Tudo começou no início da pandemia, quando ele decidiu espantar o tédio, chamar o cavaquinista da ala de compositores do Salgueiro Augusto Chaves, gravar uma música na sua casa, em Botafogo, e postar em sua página no Facebook.

— Pensei no que fazer no meio dessa maluquice toda que virou o mundo e nossas vidas de ponta-cabeça e em como minimizar de alguma forma tudo isso. Queria levar um pouco de carinho, otimismo, solidariedade, conforto, esperança e, sobretudo, amor para as pessoas. E a música, alimenta a alma! Foi assim que surgiu a “Canja de Coelho” — conta Serginho.

Desde abril do ano passado, quando a “receita” saiu do forno, ele já postou 62 vídeos, sempre às sextas-feiras. A cada semana, o artista interpreta um clássico de um “chef” renomado. Já teve, por exemplo, “A Rita”, de Chico Buarque; “Eu canto samba”, de Paulinho da Viola; “Saudosa maloca”, de Adoniran Barbosa”; e “CPI dos perucas de touro”, do Trio Calafrio. Tudo de um jeito divertido e irreverente.

— Escolhi cantar sambas inusitados e cheios de humor, afinal eu sou um contador de histórias. Comecei a criar, através das redes sociais, uma corrente solidária e muito positiva, que me deixa muito feliz e realizado — afirma.

A dentista Monique Frazão, moradora de Botafogo, acompanha-o desde a primeira canja e conta que as sextas-feiras viraram dias de expectativa:

— Os vídeos dele acalentam o nosso coração nessa pandemia. É tudo muito caprichado, bem editado; ele se fantasia, interpreta. Além de resgatar sambas que não estávamos mais acostumados a escutar.

Conheça o novo podcast do Globo:

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