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Vacinas tornam COVID-19 mais curta e menos transmissível, segundo CDC

·1 minuto de leitura

O estudo mais recente do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) apontou que nos raros casos em que uma pessoa vacinada contraiu a COVID-19, a infecção foi curta e o vírus se tornou menos transmissível.

A equipe analisou dados coletados entre 14 de dezembro de 2020 e 10 de abril de 2021, e contou com a participação de 4 mil pessoas que ainda não tinham sido diagnosticadas com a doença. Até abril, cerca de 80% desses participantes já tinham recebido uma das duas vacinas de mRNA desenvolvidas pela Pfizer ou Moderna. Durante todo o período de estudo, 205 participantes tiveram COVID-19.

Infecção em vacinados teve sintomas mais leves e breves (Imagem: IciakPhotos/Envato Elements)
Infecção em vacinados teve sintomas mais leves e breves (Imagem: IciakPhotos/Envato Elements)

A equipe reparou que as infecções são diferentes em pessoas que já tomaram o imunizante, com direito a cargas virais mais baixas e janelas de tempo mais curtas. Cerca de 72% das pessoas infectadas não vacinadas tinham RNA viral detectável por mais de uma semana, enquanto cerca de 75% das pessoas infectadas parcial ou totalmente vacinadas tinham coronavírus detectáveis ​​em seu sistema por apenas uma semana.

O estudo também apontou que as pessoas vacinadas eram menos propensas a desenvolver sintomas comuns, como febre, e apresentavam sintomas de curta duração. No entanto, é preciso observar que o estudo também foi realizado antes da chegada da variante Delta, uma cepa mais transmissível do vírus que tem preocupado os especialistas. De qualquer forma, o artigo completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Canaltech

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