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Vacinas reduzem chances de contrair COVID longa

·1 minuto de leitura

Por enquanto, os cientistas ainda tentam entender o que causa, quais são os sintomas da COVID de longa duração e quais grupos são mais atingidos. Mas um estudo do King's College London (Reino Unido) apontou que as vacinas contra a doença podem reduzem pela metade as probabilidades de contrair essa manifestação duradoura.

O estudo acontece com base em dados fornecidos por um aplicativo gratuito em que a população do Reino Unido é incentivada a relatar sintomas e outros detalhes relevantes relacionados à COVID-19, como o teste positivo para o vírus ou até o status atual de vacinação.

Os pesquisadores compararam os resultados de cerca de um milhão de usuários parcial e/ou totalmente vacinados com usuários não vacinados. Até julho de 2021, cerca de 2 mil desses indivíduos vacinados relataram infecção uma semana ou mais após a segunda dose. Em comparação com os não vacinados e infectados, as pessoas vacinadas eram significativamente menos propensas a relatar a necessidade de hospitalização ou sintomas.

Apenas cerca de 5,2% dos totalmente vacinados e infectados relataram experimentar quaisquer sintomas além de 28 dias, em comparação com 11,4% do grupo de não vacinados, indicando que as chances de ter esses sintomas de longo prazo foram reduzidas em 47%.

Vacinas reduzem pela metade as chances de contrair COVID de longa duração (Imagem: Alexstand/Envato Elements)
Vacinas reduzem pela metade as chances de contrair COVID de longa duração (Imagem: Alexstand/Envato Elements)

O estudo é um dos primeiros a tentar mensurar a possível prevalência de longa COVID em infecções emergentes. Pesquisas sobre a COVID-19 de longa duração em geral encontraram taxas variáveis ​​de prevalência em sobreviventes, calculadas entre 10% a 30%. De qualquer forma, esse artigo completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Canaltech

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