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Vacinas: Moderna gera mais anticorpos que Pfizer; isso significa mais proteção?

·2 minuto de leitura

Na pandemia da COVID-19, tanto as vacinas da Pfizer/BioNTech quanto as da Moderna já provaram ser eficazes na proteção de pessoas contra o coronavírus SARS-CoV-2. Inclusive, ambos os imunizantes com tecnologia de mRNA (RNA mensageiro) demonstraram eficácia superior a 90% nos ensaios clínicos. No entanto, pesquisadores belgas observaram que as vacinas desencadeiam a produção de anticorpos em níveis diferentes.

Em estudo publicado na plataforma JAMA, os pesquisadores do Hospital East Limburg (ZOL) compararam a resposta de anticorpos contra a COVID-19 resultante das vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna. No comparativo, os níveis de anticorpos encontrados nos pacientes imunizados com a fórmula da Moderna foram 2,7 vezes maiores.

Quantidade de anticorpos produzidos pelas vacinas de mRNA pode ser diferente (Imagem: Reprodução/iLexx/Envato Elements)
Quantidade de anticorpos produzidos pelas vacinas de mRNA pode ser diferente (Imagem: Reprodução/iLexx/Envato Elements)

No entanto, não é possível afirmar que, por isso, a vacina da Moderna seja mais eficaz. Segundo pesquisadores que não participaram do estudo, os níveis de anticorpos não correspondem exatamente à proteção contra a doença. Além disso, os próprios autores reconhecem que mais estudos são necessários para determinar a relação entre os níveis de anticorpos e a imunidade contra a COVID-19.

Entenda o estudo dos anticorpos contra COVID

No estudo, os cientistas belgas mediram os níveis de anticorpos a partir de amostras de sangue dos pacientes. A coleta para análise de anticorpos foi feita em dois momentos: antes de serem vacinados; e de seis a 10 semanas após a segunda dose. No total, amostras de 1.647 mil profissionais da saúde do hospital foram coletadas para a análise comparativa, sendo 688 receberam a imunização da Moderna e 959 receberam a da Pfizer.

Segundo os autores do estudo, os profissionais que receberam a vacina da Moderna produziram níveis de anticorpos muito maiores à proteína spike do coronavírus do que aqueles que receberam a da Pfizer. Em média, a fórmula da Moderna garantiu 3.600 unidades de anticorpos por ml nas amostras, enquanto a da Pfizer produziu 1.400 unidades por ml.

No estudo, os pesquisadores sugeriram que essa diferença nos níveis de anticorpos podem ser explicadas pelo maior tempo de espera entre as doses da vacina Moderna — eram quatro semanas em vez de três semanas para a Pfizer. Outra explicação é que pode haver uma maior concentração de mRNA na fórmula da Moderna.

Para acessar o estudo completo sobre os níveis de anticorpos após as vacinas de mRNA, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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