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Vacinas anticovid ajudam a resistir melhor à variante delta, dizem estudos

·2 minuto de leitura
Enfermeira aplica dose de vacina contra a covid-19 em um centro de saúde de Pittsburgh, nos EUA, em 17 de dezembro de 2020 (AFP/JEFF SWENSEN)

Os indivíduos completamente vacinados tiveram 11 vezes menos chances de morrer de covid-19 e estiveram dez vezes menos propensos a ser hospitalizados desde que a variante delta se tornou predominante nos Estados Unidos, disseram as autoridades de Saúde do país nesta sexta-feira (10).

Os dados consistem de três novos estudos publicados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), que averiguaram a eficácia das vacinas contra as consequências mais severas da enfermidade.

Por razões que ainda não estão totalmente claras, os dados de um dos estudos sugerem que a vacina do laboratório Moderna oferece um nível de proteção ligeiramente superior aos outros imunizantes utilizados, Pfizer e Johnson & Johnson, no período em que prevaleceu a variante delta.

Os resultados foram apresentados um dia depois que o presidente Joe Biden anunciou um novo e ambicioso plano de imunização para o país, que inclui determinações às companhias com mais de 100 funcionários para que seus empregados sejam vacinados e submetidos a testes semanais.

"Como temos visto pesquisa após pesquisa, a vacinação funciona", afirmou a diretora do CDC, Rochelle Walensky, em um comunicado de imprensa divulgado hoje.

O primeiro estudo analisou centenas de milhares de casos em 13 jurisdições dos Estados Unidos entre 9 de abril e 19 de junho, antes de a variante delta se tornar predominante, e os comparou com os dados recolhidos depois, entre 20 de junho e 17 de julho.

Os números dos dois períodos revelam que o risco das pessoas imunizadas se infectarem com a covid-19 registrou um leve aumento: de 11,1 vezes menos propensos à infecção em relação aos não vacinados para 4,6 vezes menos.

A proteção contra o risco de hospitalização e morte, por outro lado, se manteve relativamente estável, mas registrou maior redução entre as pessoas com mais de 65 anos em comparação com os grupos mais jovens.

O CDC e a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês), a agência de vigilância sanitária dos EUA, estão avaliando a necessidade de aplicar doses de reforço, e é provável que os idosos estejam entre os primeiros a recebê-las quando a administração Biden começar a distribui-las no fim do mês.

Um dos estudos, que avaliou a efetividade das vacinas entre junho e agosto em mais de 400 hospitais, departamentos de emergência e clínicas de atendimento de urgência, examinou a eficácia de cada laboratório separadamente.

Segundo os dados dessa pesquisa, a vacina da Moderna teve o melhor desempenho para evitar hospitalizações, com 95%; seguida pelos imunizantes da Pfizer (80%) e da Johnson & Johnson (60%).

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