Mercado abrirá em 1 h 12 min
  • BOVESPA

    111.539,80
    +1.204,97 (+1,09%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.682,19
    +897,61 (+2,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    60,89
    +1,14 (+1,91%)
     
  • OURO

    1.720,50
    -13,10 (-0,76%)
     
  • BTC-USD

    51.272,04
    +2.146,26 (+4,37%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.024,06
    +35,96 (+3,64%)
     
  • S&P500

    3.870,29
    -31,53 (-0,81%)
     
  • DOW JONES

    31.391,52
    -143,99 (-0,46%)
     
  • FTSE

    6.678,51
    +64,76 (+0,98%)
     
  • HANG SENG

    29.880,42
    +784,56 (+2,70%)
     
  • NIKKEI

    29.559,10
    +150,93 (+0,51%)
     
  • NASDAQ

    13.137,00
    +81,75 (+0,63%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,8561
    -0,0060 (-0,09%)
     

Vacina de Oxford | AstraZeneca não tem doses para vender a empresas brasileiras

Fidel Forato
·2 minuto de leitura

Nesta terça-feira (26), a farmacêutica AstraZeneca, responsável pelo desenvolvimento da vacina contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) em parceria com a Universidade de Oxford, informou que não dispõe de doses disponíveis do imunizante para a comercialização no mercado privado, como o brasileiro. Nos últimos dias, essa possibilidade era discutida.

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility, não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, afirmou a farmacêutica, através de nota. Vale lembrar que o Covax Facility é um consórcio internacional que busca uma distribuição igualitária de vacinas entre os países. Inclusive, o Brasil integra a iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vacina de Oxford não deve ser vendida para empresas privadas no Brasil, segundo farmacêutica (Imagem: Reprodução/ Thirdman/ Pexels)
Vacina de Oxford não deve ser vendida para empresas privadas no Brasil, segundo farmacêutica (Imagem: Reprodução/ Thirdman/ Pexels)

Disputa por doses da vacina de Oxford

Para o combate da COVID-19, empresários brasileiros solicitaram uma autorização ao governo federal para comprar 33 milhões de doses da vacina de Oxford, sendo que metade do montante adquirido seria doado para o Sistema Único de Saúde (SUS). Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro também afirmou que apoiaria uma iniciativa privada de importação de imunizantes para a vacinação de seus funcionários.

No entanto, a farmacêutica já alertou que não poderá disponibilizar doses para este tipo de compra no momento. Na mesma nota, a AstraZeneca também ressaltou que, como parte do acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mais de 100 milhões de doses da vacina de Oxford estarão disponíveis ao Brasil, em parceria com o governo federal. Esse número deve beneficiar, de forma significativa, a vacinação dos brasileiros.

“Nos últimos 7 meses, trabalhamos incansavelmente para cumprir o nosso compromisso de acesso amplo e equitativo no fornecimento da vacina para o maior número possível de países ao redor do mundo”, declarou a empresa. Além disso, o acordo com o Brasil também prevê a produção nacional do imunizante, com a transferência de tecnologia para a Fiocruz.

Na União Europeia (UE), a farmacêutica ainda é alvo de críticas e cobranças por admitir que irá atrasar a entrega de doses já contratadas ao bloco, devido à falta de estoque de vacinas disponíveis.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: