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Vacina de Oxford/AstraZeneca não provoca trombose, diz UE

Natalie Rosa

Recentemente, a aplicação da vacina da COVID-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca, a Covishield, foi suspensa em vários países da Europa sob a suspeita de provocar coágulos sanguíneos. No entanto, na última quinta-feira (11), a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) revelou à imprensa que não existe qualquer prova de que a vacinação com o imunizante seja a responsável pelos casos, afirmando ainda que o efeito colateral em questão foi listado nos testes.

Na Europa, 30 casos de eventos tromboembólicos foram registrados em pessoas que receberam a dose da vacina da AstraZeneca. Um dos casos foi relatado como fatal, com a morte de um homem de 50 anos que faleceu na Itália após desenvolver uma condição grave chamada trombose venosa profunda. De acordo com a AstraZeneca, a segurança da vacina foi testada de forma intensa até apresentar provas de que é segura e eficaz contra o coronavírus, o que foi aprovado pelos órgãos reguladores.

<em>Imagem: Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil</em>
Imagem: Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil

O órgão regulador do Reino Unido, a MHRA (Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde) também afirmou que não há qualquer evidência da relação dos casos de coagulação sanguínea com a aplicação da vacina. Phil Bryan, um dos funcionários do MHR, conta que coágulos no sangue podem surgir de forma natural e que não é um problema de saúde incomum.

"Os benefícios da vacina continuam a superar os riscos e o imunizante pode continuar sendo administrado enquanto a investigação sobre os casos de eventos tromboembólicos seguem em andamento", contou a farmacêutica em nota.

Fonte: Canaltech

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