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Vacina nacional contra COVID-19 avança em testes com animais

Fidel Forato
·2 minuto de leitura

De olho na segunda geração de vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2, o Brasil investe em inúmeras pesquisas para o desenvolvimento de uma fórmula nacional. Neste percurso, pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) anunciaram que o imunizante tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a COVID-19, a partir de estudo com camundongos.

Segundo o pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, os resultados iniciais do estudo para uma vacina contra a COVID-19 foram bastante animadores. Isso porque demonstraram que o imunizante protegeu os animais — no caso, camundongos — vacinados em laboratório e evitou qualquer manifestação clínica da doença causada pelo coronavírus.

Vacina nacional contra a COVID-19 produz anticorpos em camundongos (Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato Elements)
Vacina nacional contra a COVID-19 produz anticorpos em camundongos (Imagem: Reprodução/Twenty20photos/Envato Elements)

Próxima fase: teste da vacina contra o coronavírus em primatas

Desenvolvida na Fiocruz Minas e no Centro de Tecnologia em Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a pesquisa avança, agora, para a segunda etapa dos testes em animais. A próxima fase focará no estudo da vacina contra a COVID-19 em primatas não-humanos (macacos) e tem por objetivo identificar a capacidade da resposta imune na produção dos anticorpos que combatem o SARS-CoV-2.

Após a conclusão, é que os testes do imunizante poderão ser iniciados os testes clínicos, ou seja, em humanos, desde que autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é que essa última etapa comece ainda este ano. Com o parecer positivo da Anvisa, a Fase 1 dos estudos clínicos também dependerá de um suporte maior de recursos financeiros.

Pesquisa da vacina nacional contra a COVID-19

Para promover a imunização contra a COVID-19, os pesquisadores do INCTV adoram uma tecnologia que consiste na fusão de duas proteínas. “Usamos uma proteína recombinante e a proteína do coronavírus. Fizemos, então, uma proteína, que estamos chamando de 'quimera', que é a junção dessas duas proteínas em um único antígeno”, explica Gazzinelli.

Por enquanto, os estudos iniciais em camundongos ainda não foram publicados, mas a expectativa é alta para a próxima etapa dos testes da fórmula contra a COVID-19 com macacos. Isso porque a "quimera" adotada conferiu 100% de proteção contra o SARS-CoV-2.

Fonte: Canaltech

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